Abate de gado no Brasil atinge recorde histórico com crescimento de 8,2%

País abate 42,94 milhões de bovinos e mantém liderança como principal produtor e exportador de carnes do mundo pelo 2º ano consecutivo.

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Crescimento do abate foi impulsionado pelo aumento na oferta de fêmeas

Crescimento do abate foi impulsionado pelo aumento na oferta de fêmeas

Crescimento do Abate de Bovinos no Brasil em 2025

No ano de 2025, o Brasil abateu 42,94 milhões de bovinos, um aumento de 8,2% em comparação a 2024. Este foi o maior volume de abate registrado na série histórica, consolidando o país como o principal produtor e exportador de carne bovina no mundo.

A expansão do abate ocorreu em 26 das 27 unidades federativas, com crescimento observado em todos os trimestres de 2025 em relação ao ano anterior. Essa tendência de alta se iniciou em 2022, refletindo a dinâmica do ciclo pecuário brasileiro.

Fatores que Impulsionaram o Crescimento

O aumento no abate foi impulsionado principalmente pela maior oferta de fêmeas, que cresceu 18,2% em 2025, totalizando 3,25 milhões de cabeças. Esse fator ajudou a conter a elevação dos preços da carne bovina, embora o produto ainda tenha contribuído para a pressão inflacionária no período.

Entre os estados que mais contribuíram para a produção nacional, São Paulo teve um acréscimo de 629,22 mil cabeças abatidas, seguido pelo Pará com 472,77 mil, Rondônia com 364,43 mil, Goiás com 244,87 mil e Mato Grosso com 199,21 mil cabeças a mais em relação a 2024.

Ranking de Abate por Estado

Mato Grosso liderou o ranking nacional, respondendo por 17,1% do total de abates, seguido por São Paulo com 11,1% e Goiás com 9,9%. Essa concentração de produção é resultado da infraestrutura frigorífica disponível e da proximidade com as principais áreas de criação de gado do país.

Desempenho no 4º Trimestre de 2025

No último trimestre de 2025, o Brasil alcançou um volume de 11,04 milhões de cabeças abatidas, representando um crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, houve uma redução de 2,7% em comparação ao 3º trimestre de 2025, uma variação considerada normal devido à sazonalidade da atividade pecuária.

Fonte por: Poder 360

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