Bad Bunny promove festa latina no Super Bowl e destaca América além dos EUA

Porto-riquenho exibe bandeiras de países das Américas enquanto Trump classifica o show como “terrível”. Confira no Poder360.

09/02/2026 1:30

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O cantor porto-riquenho Bad Bunny foi o 1º artista latino a se a...

Bad Bunny Agita o Super Bowl 60 com Mensagem Política

No último domingo (8 de fevereiro de 2026), o cantor Bad Bunny transformou o gramado do Super Bowl 60 em uma vibrante celebração da cultura latina, trazendo uma mensagem política ao seu show. Após criticar a política anti-imigração do ex-presidente Donald Trump, o artista porto-riquenho evitou menções diretas ao político durante sua apresentação, mas sua performance foi carregada de simbolismo.

Durante o evento, Bad Bunny fez uma breve pausa para falar em inglês, citando a famosa expressão “God bless America”. Em seguida, ele promoveu um desfile com bandeiras de países latino-americanos, caribenhos, além dos Estados Unidos e Canadá, enfatizando que o termo “América” não se restringe apenas aos EUA. Essa ação também foi uma forma de contestar o slogan de Trump, “Make America Great Again”.

Participações Especiais e Mensagens Inspiradoras

A cantora Lady Gaga foi uma das convidadas do show, apresentando a música “Die with a smile” em um estilo caribenho. O porto-riquenho Ricky Martin também se juntou a ele, enquanto outros artistas latinos, como Pedro Pascal, Cardi B, Jessica Alba e Becky G, participaram como dançarinos, enriquecendo a performance com diversidade cultural.

Durante o show, Bad Bunny compartilhou uma mensagem de autoconfiança: “Se hoje estou no Super Bowl é porque nunca deixei de acreditar em mim. Você também deve acreditar em você”. Ele também reforçou a ideia de que “a única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”, uma mensagem que ecoou sua recente vitória no Grammy, onde criticou o ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega) ao receber o prêmio.

Reação de Donald Trump

Embora Donald Trump não tenha comparecido ao Super Bowl 60, ele criticou a apresentação de Bad Bunny em suas redes sociais, chamando o show de “absolutamente terrível” e afirmando que não representava os padrões de sucesso e criatividade dos norte-americanos. Trump também comentou que a coreografia era “nojenta”, especialmente para as crianças que assistiam ao evento.

A performance de Bad Bunny no Super Bowl 60 não apenas celebrou a cultura latina, mas também levantou questões importantes sobre imigração e identidade, refletindo a atualidade e a diversidade da sociedade americana.

Fonte por: Poder 360

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