Boulos afirma que juro a 15% beneficia apenas banqueiro agiota

Ministro de Lula declara que taxa “sufoca trabalhadores” e solicita apoio ao “querido” Gabriel Galípolo, do Banco Central.

21/01/2026 12:40

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(Imagem de reprodução da internet).

Declarações de Guilherme Boulos sobre a Taxa de Juros

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol-SP), criticou a taxa de juros de 15%, afirmando que “só interessa para banqueiro agiota” e que essa situação “sufoca o povo”. A declaração foi feita durante sua participação no programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, na quarta-feira, 21 de janeiro de 2026.

Diálogo com Pequenos e Médios Empresários

Em resposta a questionamentos sobre como o governo se comunica com pequenos e médios empresários, Boulos destacou a importância de diferenciar grandes empresas de pequenos negócios. Ele defendeu a criação de um modelo de transição para evitar impactos negativos, afirmando que há disposição para discutir adaptações necessárias para os pequenos empresários.

Impactos da Taxa Selic nos Pequenos Negócios

Boulos também abordou a questão do endividamento dos pequenos negócios, associando-o ao atual patamar da taxa Selic. Ele afirmou que muitos pequenos empresários estão enfrentando dificuldades financeiras devido à taxa de juros elevada, que considera “escorchante”. O ministro pediu uma redução imediata da taxa, argumentando que a situação atual inviabiliza investimentos e a manutenção das empresas.

Consequências da Alta Taxa de Juros

O ministro enfatizou que com juros a 15%, tanto trabalhadores quanto empresários estão sobrecarregados. Ele questionou como seria possível aumentar investimentos com um custo do dinheiro tão elevado e onde encontrar capital de giro sob essas condições.

Conclusão e Chamado à Ação

Boulos fez um apelo ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para que a taxa de juros seja reduzida, argumentando que não há justificativa econômica para os níveis atuais. Ele comparou a situação do Brasil com a de países como Colômbia e Argentina, que operam com taxas de juros mais baixas, sugerindo que o risco do Brasil é menor.

Fonte por: Poder 360

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