C6 Consignado refuta irregularidades e condena suspensão no INSS

Artur Azevedo, presidente do Banco, afirma que serviços eram opcionais e contesta devolução durante a CPMI, destacando que o caso está na Justiça.

19/03/2026 13:30

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O presidente do banco C6 Consignado, Artur Azevedo na CPMI do IN...

Críticas do Presidente do Banco C6 Consignado à Decisão do INSS

Artur Ildefonso Brotto Azevedo, presidente do Banco C6 Consignado, manifestou descontentamento em relação à decisão do INSS de suspender a oferta de novos empréstimos consignados pela instituição. A medida também inclui a exigência de devolução total de valores cobrados de beneficiários.

Azevedo foi o primeiro representante de uma instituição financeira a depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, onde expressou sua posição sobre a situação.

Defesa do Banco e Controvérsias

O presidente do banco afirmou que a instituição sempre atuou em conformidade com as normas do INSS, do Banco Central e da legislação brasileira, negando qualquer irregularidade. Ele enfatizou a discordância com a decisão do INSS, que considera injusta.

A controvérsia gira em torno da oferta de produtos adicionais, como seguros de vida e pacotes de benefícios que incluem assistência funeral e consultas médicas. Segundo Azevedo, esses serviços eram opcionais e contratados separadamente do empréstimo, sem descontos nos benefícios previdenciários.

Suspensão de Produtos e Devolução de Valores

O executivo revelou que o banco suspendeu a oferta desses produtos em novembro de 2025, após uma manifestação contrária do INSS, embora não houvesse uma proibição normativa clara. Azevedo também criticou a decisão do INSS de exigir a devolução integral dos valores, afirmando que isso não é correto, uma vez que os contratos foram firmados legalmente com a concordância dos clientes.

Próximos Passos e Ação Judicial

Azevedo informou que o caso já está sendo discutido na Justiça. Ele destacou que o banco busca o direito de retomar suas atividades e que a Justiça determinará se houve ou não irregularidades, comprometendo-se a respeitar a decisão judicial.

Fonte por: Poder 360

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