CBF enfrenta desafios com grandes patrocinadores sem títulos recentes; entenda o motivo!

Sadia, Uber, Volkswagen, iFood e outros reforçam portfólio da entidade com contratos significativos em ano de Copa.

25/02/2026 12:20

2 min de leitura

Carlo Ancelotti

Novos Patrocinadores da CBF em Ano de Copa do Mundo

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou recentemente a adesão de novos patrocinadores, todos com investimentos significativos. Entre eles estão a Sadia, com um contrato de R$ 400 milhões até 2031, além de empresas como Uber, Volkswagen e iFood, que ampliam o portfólio da entidade em um ano marcado pela Copa do Mundo.

Os clubes também estão atraindo novos anunciantes, mas surgem questionamentos nas redes sociais sobre a preocupação dessas empresas com a reputação das gestões esportivas, especialmente diante de escândalos e polêmicas constantes.

Retorno sobre Investimento e a Reputação das Marcas

As empresas, de fato, se importam com a reputação, mas priorizam o retorno sobre o investimento (ROI). Enquanto a Seleção Brasileira, ou até mesmo a Argentina, continuar a ter sucesso em campo e gerar emoção entre os fãs, a associação à marca se mantém valiosa. As controvérsias nas gestões são vistas como “ruído de fundo”, que incomoda, mas não é suficiente para desvalorizar um ativo tão lucrativo.

Se a performance cair drasticamente, com falta de títulos ou escândalos irreparáveis, os patrocinadores podem reconsiderar rapidamente sua associação. No entanto, por enquanto, o desempenho em campo é o que realmente importa.

Compliance e Risco Reputacional

Uma questão levantada é sobre o compliance rigoroso e os riscos reputacionais envolvidos. O compliance avalia o risco material, que pode impactar o negócio, em comparação ao risco percebido, que é o que aparece na mídia e nas redes sociais. Na prática, a lógica permanece: o show deve continuar.

A Marca Brasil e Seu Legado

Apesar da falta de títulos recentes, a marca Brasil ainda é considerada histórica. O legado de ícones como Pelé, Ronaldo e Romário, além da tradição da seleção, é visto como um ativo valioso. Enquanto houver a possibilidade de brilhar e oferecer visibilidade e emoção, o interesse em associar marcas ao futebol permanecerá forte.

Conclusão

Esse fenômeno não se limita ao Brasil; globalmente, marcas de renome se associam ao futebol quando a competição está em alta. O apelo do esporte continua a atrair investimentos, mesmo em tempos de crise ou controvérsias.

Fonte por: Jovem Pan

Autor(a):

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.