‘Classificar facções como terrorismo não ajuda no combate ao crime organizado’, afirma Mário Sarrubbo

Secretário nacional de Segurança Pública defende que segurança deve ser prioridade de Estado, não apenas de governo, em entrevista à Jovem Pan.

07/11/2025 00:15

2 min

‘Classificar facções como terrorismo não ajuda no combate ao crime organizado’, afirma Mário Sarrubbo
(Imagem de reprodução da internet).

Debate sobre Segurança Pública no Brasil

A segurança pública tem sido um tema central nas discussões políticas brasileiras, especialmente após a megaoperação no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortes. Em entrevista à Jovem Pan, Mário Sarrubbo, secretário nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, afirmou que classificar facções criminosas como terroristas não é a solução para combatê-las. Ele ressaltou a importância de tratar a segurança pública como uma questão de Estado, afastando ideologias e políticas partidárias.

Segundo Sarrubbo, a classificação de facções como terroristas não traz benefícios no combate ao crime organizado. Ele argumentou que é necessário implementar novos tipos penais e reformas nas medidas cautelares para enfrentar o crime de maneira mais eficaz. O secretário fez uma analogia, afirmando que não se pode comparar figuras como Marcola a Bin Laden.

Posicionamento sobre o Terrorismo e Crime Organizado

Sarrubbo explicou sua oposição à equiparação de facções a grupos terroristas, afirmando que o terrorismo está ligado a questões políticas, ideológicas e religiosas, enquanto as facções atuam com fins lucrativos, dominando territórios e ciclos econômicos. Ele alertou que rotular o crime organizado como narcoterrorismo pode comprometer a soberania do Brasil.

Em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, Sarrubbo expressou confiança de que o Congresso irá aprová-la, pois acredita que o combate ao crime organizado requer uma abordagem integrada.

Conclusão sobre a Segurança Pública

A discussão sobre a segurança pública no Brasil continua a ser um tema complexo e urgente. A necessidade de uma abordagem que transcenda a política partidária e busque soluções efetivas para o combate ao crime organizado é fundamental para garantir a segurança da população.

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Fonte por: Jovem Pan

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