Comitê da Câmara dos EUA discute censura do Brasil a Trump

Relatório aponta solicitações para remoção de conteúdos que apoiam o presidente norte-americano. Confira no Poder360.

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Donald Trump

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Relatório do Comitê Judiciário dos EUA Aponta Censura no Brasil

Um relatório divulgado pelo comitê judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, na quarta-feira (1º de abril de 2026), revela que o “regime de censura brasileiro” solicitou a remoção de conteúdos em plataformas digitais que elogiavam o presidente dos EUA, Donald Trump, do Partido Republicano.

O documento também menciona que as “solicitações de censura” afetaram publicações que criticavam o ex-presidente Joe Biden, do Partido Democrata, e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), que teve suas operações encerradas durante o governo Trump.

Impacto das Censuras na Liberdade de Expressão

O relatório, que é a terceira parte da série intitulada “O ataque à liberdade de expressão no exterior: O caso do Brasil”, destaca que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, prejudica a soberania dos EUA ao tentar censurar a liberdade de expressão dos cidadãos norte-americanos. A documentação sugere que essas ações podem interferir nas eleições brasileiras de outubro de 2026.

A comissão, presidida pelo deputado republicano Jim Jordan, aliado de Trump, já havia se reunido com figuras políticas brasileiras, incluindo Eduardo e Flávio Bolsonaro, além do jornalista Paulo Figueiredo, para discutir a situação.

Conclusão e Contexto do Relatório

A primeira parte do relatório foi publicada em 17 de abril de 2024, após a plataforma X, de Elon Musk, enviar à comissão um compilado de pedidos do STF e do Tribunal Superior Eleitoral para a remoção de perfis e conteúdos. A segunda parte foi divulgada em maio de 2024, e as integrais dos relatórios estão disponíveis em formato PDF.

O documento atual levanta preocupações sobre a liberdade de expressão no Brasil e suas implicações nas relações internacionais, especialmente entre os EUA e o Brasil.

Fonte por: Poder 360

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