Conselho da ONU não aprova resolução para cessar-fogo no Oriente Médio

“Rússia age novamente para proteger o Irã, afirma representante dos EUA que votou contra proposta”

1 min de leitura
Conselho de Segurança da ONU em reunião na 4ª feira (11.mar.2026), em Nova York (EUA), para tratar do conflito no Oriente Médio

Conselho de Segurança da ONU em reunião na 4ª feira (11.mar.2026), em Nova York (EUA), para tratar do conflito no Oriente Médio

Conselho de Segurança da ONU Rejeita Resolução da Rússia

No dia 11 de março de 2026, o Conselho de Segurança da ONU rejeitou um projeto de resolução apresentado pela Rússia, que pedia um cessar-fogo imediato no Oriente Médio. A proposta recebeu apoio de Rússia, China, Paquistão e Somália, enquanto Estados Unidos e Letônia votaram contra, resultando em 9 abstenções.

Reações à Votação

O representante da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, expressou sua decepção com o resultado, afirmando que muitos membros do Conselho não demonstraram a força e a sabedoria necessárias para aprovar a resolução.

Posição da China

O embaixador da China na ONU, Fu Cong, também manifestou desapontamento com a rejeição da proposta, ressaltando que ela incentivava as partes a retomar as negociações diplomáticas.

Declarações dos EUA

O representante dos EUA na ONU, Mike Waltz, criticou a Rússia por prosseguir com a votação, mesmo sabendo que não tinha os votos necessários. Ele afirmou que a Rússia estava agindo para proteger o Irã e rejeitou a comparação entre as ações dos EUA e as do Irã, que considera ilegítimas.

Nova Resolução Aprovada

No mesmo dia, o Conselho de Segurança aprovou uma resolução que condena os ataques do Irã contra países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) e a Jordânia. A proposta, apresentada pelo Bahrein, foi aprovada com 13 votos a favor e 2 abstenções, exigindo que o Irã cesse imediatamente suas agressões.

O representante do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, criticou a resolução, chamando-a de injusta e ilegal, e afirmou que seu país é a principal vítima de agressões.

Fonte por: Poder 360

Sair da versão mobile