Correia relaciona Nikolas à delação de Vorcaro e menciona inelegibilidade

Deputado nega contratação de jato ligado a banqueiro durante eleições de 2022; detalhes no Poder360.

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Na imagem, os deputados mineiros Rogério Correia (esquerda) e Nikolas Ferreira (direita)

Na imagem, os deputados mineiros Rogério Correia (esquerda) e Nikolas Ferreira (direita)

Rogério Correia menciona Nikolas Ferreira em delação de banqueiro

O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou na sexta-feira (3 de abril de 2026) que o nome de Nikolas Ferreira (PL-MG) está “dado como certo” na delação do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Em suas redes sociais, Correia destacou que, caso as informações sejam confirmadas, a inelegibilidade de Ferreira poderá ser discutida.

Implicações da delação

Em sua postagem, Correia mencionou que a delação de Vorcaro, que inclui também o amigo de Ferreira, Zettel, pode trazer à tona questões sobre a inelegibilidade do deputado mineiro e seu suposto envolvimento com o pastor Valadão. O deputado fez essas declarações em seu perfil na plataforma X.

Uso de jato durante as eleições

Nikolas Ferreira utilizou um jato da Prime You, empresa ligada a Vorcaro, entre 20 e 28 de outubro de 2022, durante o segundo turno das eleições em apoio à reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um vídeo publicado em março, Ferreira negou ter contratado a aeronave, afirmando que a logística foi organizada por terceiros.

Defesa de Nikolas Ferreira

Ferreira argumentou que foi convidado para o evento “Juventude pelo Brasil” e que não poderia prever as consequências de ações de outras pessoas. Ele ressaltou que não tinha conhecimento sobre a propriedade do avião na época e que sua participação no voo foi exclusivamente em razão do convite para a campanha.

Conclusão sobre a situação

A situação envolvendo Nikolas Ferreira e a delação de Daniel Vorcaro levanta questões sobre a responsabilidade dos políticos em relação a suas associações e as implicações legais que podem surgir. A defesa de Ferreira destaca a falta de conhecimento sobre a situação do proprietário da aeronave, mas a discussão sobre sua inelegibilidade pode ganhar força dependendo do desenrolar das investigações.

Fonte por: Poder 360

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