CPI do Crime Organizado aprova convocação de ex-namorada de Daniel Vorcaro

CPI do INSS também convoca Graeff, marcando a segunda convocação da influenciadora em menos de uma semana.

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Martha Gonçalves Graeff, namorada de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

Martha Gonçalves Graeff, namorada de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

CPI do Crime Organizado Convoca Martha Graeff para Depoimento

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado aprovou, na quarta-feira, 18, a convocação de Martha Graeff, ex-namorada de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. A CPI considera Graeff uma “interlocutora frequente” e destinatária de informações compartilhadas por Vorcaro durante as investigações sobre irregularidades na instituição financeira.

Importância da Testemunha

O relator da CPI, Alessandro Vieira (MDB-SE), é um dos autores do requerimento que solicita a presença de Graeff. Ele destaca que ela foi informada em tempo real sobre encontros de Vorcaro com autoridades dos Três Poderes, o que a torna uma testemunha de grande relevância para as apurações.

Vieira enfatiza que Graeff não é investigada, mas sim uma fonte importante de informações, sendo apontada como interlocutora frequente de Vorcaro durante o período das investigações.

Consequências da Convocação

As testemunhas convocadas pela CPI são obrigadas a comparecer e prestar depoimento, comprometendo-se a dizer a verdade, sob pena de incorrer em crime de falso testemunho. Esta é a segunda CPI que solicita a presença de Graeff; na semana anterior, a CPI do INSS também aprovou sua convocação.

De acordo com informações, Vorcaro transferiu bens para Graeff que podem ultrapassar R$ 520 milhões, incluindo uma casa em Miami avaliada em mais de R$ 450 milhões. A Polícia Federal investiga possíveis indícios de blindagem patrimonial.

Defesa de Martha Graeff

O advogado Lucio de Constantino, que representa Graeff, nega as acusações, afirmando que ela não possui imóveis, veículos ou valores provenientes do relacionamento com Vorcaro, tanto no Brasil quanto no exterior.

A CPI do Crime Organizado também discutiu requerimentos contra políticos da oposição, enfrentando protestos de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, o que resultou na obstrução da votação de alguns nomes propostos.

Fonte por: Jovem Pan

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