CPMI do INSS solicita a Alcolumbre extensão do prazo para finalizar atividades

Comissão ouvirá testemunhas até 19 de março e votará relatório final no dia 26, conforme calendário oficial.

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Presidente da CPMI, o senador Carlos Viana é um dos autores de requerimento para ouvir o advogado

Presidente da CPMI, o senador Carlos Viana é um dos autores de requerimento para ouvir o advogado

CPMI do INSS solicita prorrogação de prazo

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pediu ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, a prorrogação do prazo para a conclusão de suas atividades. O relatório final deve ser apresentado até 28 de março.

No dia 23, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana, protocolou um requerimento solicitando a extensão do prazo por mais 60 dias. O parlamentar destacou a necessidade de “providências cabíveis para regular o prosseguimento” da investigação.

Segundo o calendário oficial, a CPMI ouvirá testemunhas até 19 de março, com a apresentação e leitura do relatório final agendadas para o dia 23. A votação do documento está marcada para o dia 26.

Atividades da CPMI do INSS

Desde sua instalação em 20 de agosto, a CPMI do INSS realizou 32 reuniões. Neste momento, a comissão está focada na análise de fraudes relacionadas a empréstimos consignados, que incluem casos de assédio, concessões sem consentimento e renovações fraudulentas que resultaram em dívidas impagáveis. Em 2025, a CPMI ouviu Antôni Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar, descreveu Antunes como “autor do maior roubo a aposentados e pensionistas da história do Brasil”. De acordo com as investigações da CPMI, o “Careca do INSS” teria movimentado R$ 24,5 milhões em apenas cinco meses.

Conclusão sobre a CPMI do INSS

A CPMI do INSS continua a trabalhar intensamente para concluir suas investigações e apresentar um relatório que possa trazer à luz as fraudes cometidas. A prorrogação do prazo é vista como essencial para garantir que todas as evidências sejam analisadas adequadamente e que os responsáveis sejam responsabilizados.

Fonte por: Jovem Pan

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