Criança é intoxicada em piscina de academia e total de vítimas chega a 7

Jovem de 27 anos morre após aula de natação na C4 Gym, em São Paulo

12/02/2026 9:30

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Vídeo de câmeras de monitoramento registra a professora Juliana ...

Sete vítimas intoxicadas em academia de São Paulo

A Polícia Civil confirmou que o número de vítimas intoxicadas após utilizarem a piscina da academia C4 Gym, em São Paulo, subiu para sete. Entre os casos, destaca-se o da estudante Juliana Basseto, de 27 anos, que faleceu após passar mal durante uma aula de natação. A mais recente vítima identificada é uma criança de apenas cinco anos, que também apresentou sintomas de intoxicação após frequentar a piscina.

Investigações apontam negligência na manutenção da piscina

As investigações revelam indícios de negligência na manutenção da água da piscina. Com base nas evidências coletadas, o delegado Alexandre Bento solicitou à Justiça a prisão preventiva dos três sócios da academia por dolo eventual, caracterizado pela assunção de risco de morte devido à negligência.

Depoimentos revelam falhas na comunicação e na segurança

O pedido de prisão foi fundamentado em depoimentos de funcionários. Um manobrista, que também atuava como piscineiro, relatou que recebia instruções via WhatsApp para o tratamento químico da água. Ele ainda mencionou que, ao informar um dos sócios sobre a internação de uma mulher, recebeu a resposta de “paciência”.

Tentativa de eximir responsabilidade

Após a confirmação da morte de Juliana Basseto, o mesmo sócio teria orientado o funcionário a deixar o local, o que, segundo a polícia, demonstra uma tentativa de se eximir de responsabilidade. Essa conduta reforça a necessidade da prisão preventiva para garantir a continuidade das investigações.

Ministério Público acompanha o caso

O Ministério Público também está monitorando a situação e solicitou a apuração da documentação da C4 Gym e de outras unidades da rede na cidade. A Promotoria busca verificar se as academias possuem alvarás de funcionamento regulares e se estão em conformidade com o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

A Polícia Civil continua colhendo depoimentos e analisando laudos periciais para esclarecer as circunstâncias da intoxicação coletiva. A Justiça ainda deve se pronunciar sobre o pedido de prisão dos sócios.

Até o momento, não há um posicionamento oficial da rede C4 Gym, e o texto poderá ser atualizado assim que houver uma resposta.

Fonte por: Jovem Pan

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