Cursos de medicina com baixa avaliação pelo MEC: descubra quais são!

Ministério punirá instituições com baixo desempenho no Enamed; resultados foram divulgados nesta segunda-feira (19.jan).

19/01/2026 17:50

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Médico com estetoscópio

Resultados do Enamed Revelam Baixo Desempenho em Cursos de Medicina

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (19 de janeiro de 2026) os resultados da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Um total de 99 cursos de medicina será penalizado devido ao desempenho insatisfatório na avaliação. As sanções podem incluir restrições de vagas, suspensão de participação em programas federais e, em casos mais graves, a desativação das atividades dos cursos.

Os cursos que foram avaliados apresentaram menos de 60% de seus alunos classificados como proficientes, ou seja, considerados “profissionais minimamente competentes”. As instituições têm um prazo de 30 dias para apresentar justificativas e evitar as penalidades, que serão aplicadas de forma escalonada, dependendo do desempenho, e permanecerão até a próxima edição do exame.

Desempenho Geral dos Cursos de Medicina

Dos 304 cursos regulamentados pelo Sistema Federal de Ensino, 204 obtiveram mais de 60% de aprovação entre os estudantes avaliados, sendo considerados proficientes. O resultado completo do Enamed pode ser consultado em documento disponível online.

As instituições que apresentaram baixo desempenho na prova são exclusivamente públicas federais ou privadas sob regulação do Sistema Federal de Ensino. As instituições públicas municipais e estaduais, que também mostraram resultados preocupantes, não estão sujeitas às medidas do Ministério da Educação.

Conclusão sobre o Enamed

O Enamed foi implementado em 2025 para substituir o Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) para os cursos de medicina. A primeira edição da prova, composta por 100 questões objetivas, ocorreu em 19 de outubro de 2026, com a participação de 262 instituições e 87.035 estudantes inscritos. O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que o objetivo não é punir, mas sim promover uma reavaliação das instituições para garantir a qualidade na formação dos cursos de medicina.

Fonte por: Poder 360

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