Decreto altera Coaf para intensificar o combate ao crime organizado

Medida de 26 de março reorganiza cargos em comissão e funções de confiança; confira detalhes no Poder360.

27/03/2026 8:40

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Presidente Lula

Reestruturação do Coaf pelo Governo Lula

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou a reestruturação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O decreto foi publicado no Diário Oficial da União em 26 de março de 2026, com o intuito de aumentar a eficácia do órgão no combate ao crime organizado.

Segundo o Palácio do Planalto, a medida visa fortalecer a produção de inteligência financeira, essencial para enfrentar atividades ilícitas. A íntegra do decreto pode ser acessada em formato PDF.

Principais Mudanças na Estrutura do Coaf

Com a reestruturação, o número de funções de confiança no Coaf aumentou de 39 para 66, enquanto o número de cargos em comissão foi reduzido de 36 para 35. Assim, o total de funcionários públicos do órgão passará de 75 para 101.

Além disso, a estrutura interna do Coaf foi atualizada, incluindo mudanças nas competências e denominações das unidades que compõem o órgão.

Comando e Integração do Coaf

O Coaf é liderado por Ricardo Andrade Saadi, delegado da Polícia Federal, e está vinculado administrativamente ao Banco Central, presidido por Gabriel Galípolo. O decreto foi assinado também pela ministra Esther Dweck, responsável pela Gestão e Inovação em Serviços Públicos.

Funções e Importância do Coaf

O Coaf desempenha um papel crucial na identificação e análise de operações financeiras suspeitas, atuando em colaboração com instituições como a Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público. O fortalecimento de sua estrutura é fundamental para aprimorar a capacidade do Estado brasileiro em combater o crime organizado e prevenir ilícitos financeiros.

Conclusão

A reestruturação do Coaf representa um passo significativo na luta contra o crime organizado no Brasil, aumentando a capacidade do órgão em realizar investigações e rastrear atividades financeiras suspeitas. Essa mudança é vista como uma estratégia para fortalecer a segurança financeira do país.

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Fonte por: Poder 360

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