Delcy Rodríguez encontra enviada dos Estados Unidos na Venezuela

Reunião no Palácio Presidencial de Miraflores discute agenda de trabalho entre os dois países, segundo o governo.

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Laura Dogu, enviada dos EUA, e Delcy Rodríguez, se reúnem na Venezuela

Laura Dogu, enviada dos EUA, e Delcy Rodríguez, se reúnem na Venezuela

Reunião entre Venezuela e EUA marca retomada de relações

Na última segunda-feira (2), o governo da Venezuela anunciou que a presidente interina Delcy Rodríguez se encontrou com a enviada dos Estados Unidos, Laura Dogu. Este encontro ocorre em um contexto de reaproximação gradual entre os dois países, cujas relações foram rompidas em 2019.

O governo venezuelano divulgou um comunicado informando que a reunião foi realizada no Palácio Presidencial de Miraflores, com o objetivo de discutir a agenda de trabalho entre a Venezuela e os Estados Unidos.

Participantes e objetivos da reunião

Além de Delcy Rodríguez, o irmão dela, Jorge Rodríguez, que é presidente da Assembleia Nacional, também esteve presente no encontro. O comunicado ainda mencionou a participação do chanceler Yvan Gil, que se reuniu com Dogu no fim de semana após sua chegada a Caracas.

Os governos da Venezuela e dos Estados Unidos expressaram a intenção de avançar em um roteiro que aborde assuntos de interesse bilateral, buscando o diálogo diplomático fundamentado no respeito mútuo e no direito internacional.

Desenvolvimentos recentes na Venezuela

Recentemente, os Estados Unidos capturaram o presidente Nicolás Maduro, o que provocou uma série de mudanças no país. Entre essas mudanças, destaca-se a posse de Delcy Rodríguez, a aprovação de uma reforma na principal lei do petróleo e a libertação de alguns presos políticos. Rodríguez enfatizou a busca por relações internacionais equilibradas e respeitosas com os Estados Unidos.

Além disso, os dois países chegaram a um acordo para a exportação de até US$ 2 bilhões em petróleo bruto venezuelano para os Estados Unidos. Na última sexta-feira (30), Rodríguez também anunciou uma proposta de “lei de anistia” para centenas de presos no país, uma medida que há muito tempo é reivindicada pela oposição e por grupos de direitos humanos.

Fonte por: CNN Brasil

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