Entenda detalhadamente as últimas afirmações de Bolsonaro
Ex-presidente refuta acusações de golpe, desmente atuação em organização criminosa e impugna evidências da PGR.
O Supremo Tribunal Federal deve julgar em setembro o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus acusados de participar de uma trama para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e promover um golpe de Estado. A análise será realizada pela 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, composta por quatro ministros, além do ministro relator da ação penal, Alexandre de Moraes.
Na quarta-feira (13.ago.2025), a defesa de Bolsonaro apresentou suas alegações finais, em um documento de 197 páginas assinado pelos advogados Celso Vilardi, Paulo Cunha Bueno e Daniel Tesser. No texto, os defensores solicitam a absolvição do ex-presidente e contestam todas as acusações da PGR (Procuradoria Geral da República).
A seguir, os argumentos centrais apresentados pela defesa:
Alegação de inocência.
A defesa sustenta que Bolsonaro é “inciente de todas as imputações formuladas na denúncia” e que “não existe prova do golpe imaginado pela acusação”. De acordo com os advogados, qualquer conduta mencionada na ação penal se restringe a atos preparatórios ou ideias não concretizadas, como reuniões e conversas descritas como “brainstorm”.
Negação de envolvimento em organização criminosa.
Bolsonaro desmente ter coordenado a tentativa de golpe de Estado. A defesa questiona a classificação do ex-presidente como líder da organização criminosa apontada pela PGR e afirma que nenhum réu comprovou sua participação ativa.
Não se respondem acusações de golpe.
A defesa argumenta que inexistente qualquer evidência que conecte Bolsonaro ao esquema denominado “Punhal Verde e Amarelo” ou aos grupos conhecidos como “Kids Pretos”. A defesa sustenta que o ex-presidente não buscou impedir a posse de Lula e que sempre defendeu a democracia e o Estado de Direito.
Interrogatório de testemunhas e interrogatórios.
A acusação solicitou a revogação da concessão honorária ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-chefe de assessores de Bolsonaro, e impugnou a existência de decretos ou projetos que sustentariam a alegação de um golpe. Os advogados afirmaram que os documentos mencionados pela Procuradoria-Geral da República “não se encontram nos autos”.
Críticas à cobertura da imprensa
O processo, segundo a defesa, ocorreu em um contexto de “massacre midiático”, com especulações sobre datas e locais de prisão, o que reforçava um julgamento prévio na opinião pública.
É interposto o pedido de absolvição.
Diante da falta de evidências e das interpretações equivocadas de atos e declarações, a defesa solicita que o Supremo Tribunal Federal absolva o ex-presidente.
O que está acontecendo agora.
Após a apresentação das alegações finais, o caso passa para a fase de elaboração do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes. Este documento sintetiza todo o processo, organiza as evidências e contém o voto do relator, que determina se há recomendação de absolvição ou condenação dos réus. Não há prazo estabelecido para esta etapa.
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Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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