Especialista alerta que falta de plano para a Venezuela revela falhas no processo

Jana Nelson, ex-subsecretária de Defesa dos EUA, critica a postura americana sobre a Venezuela e aponta falhas nas declarações oficiais.

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Presidente dos EUA, Donald Trump.

Presidente dos EUA, Donald Trump.

Crítica ao Plano dos EUA para a Venezuela

A falta de um plano claro dos Estados Unidos para o futuro da Venezuela, após a gestão de Nicolás Maduro, é vista como um processo de intervenção mal estruturado. Essa análise foi feita por Jana Nelson, ex-subsecretária de Defesa dos EUA, durante sua participação no programa WW Especial.

Nelson expressou preocupação com as declarações contraditórias de autoridades americanas sobre o destino da Venezuela. Segundo ela, a ausência de um plano concreto para comunicar à população, tanto americana quanto venezuelana, indica falhas na abordagem dos EUA.

Inconsistências nas Comunicações Oficiais

A ex-subsecretária destacou as inconsistências nas comunicações oficiais dos EUA. Em um momento, autoridades falam sobre “governar a Venezuela”, enquanto em outro, recuam dessa posição. Nelson exemplificou as contradições nas declarações, mencionando o interesse pelo petróleo venezuelano e a incerteza nas respostas de autoridades como o secretário Rubio.

Além disso, ela criticou a postura americana em relação à legitimidade do processo eleitoral na Venezuela, afirmando que o presidente Trump subestimou o apoio popular a Maria Corina Machado, que, segundo ela, é real.

Perspectivas Futuras para a Venezuela

Sobre o futuro da Venezuela, Nelson acredita que não haverá novas operações militares, pois seria difícil justificar outra intervenção. Ela sugere que os EUA podem optar por trocar um regime autoritário por outro, buscando aumentar os investimentos americanos no país.

A especialista prevê que os Estados Unidos tentarão convencer empresas a investir na Venezuela, visando manter a segurança e a estabilidade do país, o que também atende aos interesses americanos. Para Nelson, é essencial evitar o aumento da imigração e do narcotráfico, promovendo um maior controle sobre a situação no país.

Fonte por: CNN Brasil

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