Casa Branca defende mudanças em Cuba
A Casa Branca declarou, em 18 de outubro, que é do interesse de Cuba implementar mudanças significativas em breve. No entanto, o governo de Donald Trump não solicitou a troca de liderança no país caribenho.
Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, afirmou que Cuba é um regime em declínio e que a nação está enfrentando um colapso. Ela enfatizou que mudanças drásticas são necessárias e que os Estados Unidos desejam ver democracias prósperas, especialmente no Hemisfério Ocidental, embora não tenha comentado sobre ações específicas que poderiam ser tomadas.
Impactos das sanções sobre a economia cubana
Recentemente, o governo Trump classificou Cuba como “uma ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional dos EUA, resultando no corte do fluxo de petróleo venezuelano para a ilha. Além disso, o governo americano ameaçou impor tarifas a qualquer país que forneça combustível a Cuba, o que teve um impacto direto na economia cubana.
Inicialmente, as autoridades cubanas afirmaram que o turismo e os voos internacionais não seriam afetados, mas logo informaram que a ilha enfrentaria uma escassez de combustível. Desde então, companhias aéreas de diversas regiões, incluindo Europa, América do Sul, Estados Unidos, Rússia e Canadá, reduziram seus voos ou mudaram suas operações devido à falta de combustível.
Conclusão sobre a situação em Cuba
A situação em Cuba continua a ser crítica, com a escassez de combustível afetando diretamente a economia e a mobilidade no país. As declarações da Casa Branca refletem uma preocupação com a estabilidade da ilha e a necessidade de mudanças significativas para garantir um futuro mais próspero.
Fonte por: CNN Brasil
