EUA intensificam pressão sobre Cuba visando abertura econômica

Governo Trump utiliza ameaças, sanções e propostas de ajuda para pressionar a ilha a liberalizar sua economia. Leia no Poder360.

17/05/2026 14:30

2 min

EUA intensificam pressão sobre Cuba visando abertura econômica
(Imagem de reprodução da internet).

Pressão dos EUA sobre Cuba

Os Estados Unidos intensificaram a pressão sobre Cuba, buscando promover reformas econômicas e políticas na ilha. O diretor da CIA, John Ratcliffe, realizou uma visita não anunciada a Cuba no dia 14 de maio de 2026, onde se encontrou com autoridades locais, incluindo Raúl Guillermo Rodríguez Castro e o ministro do Interior, Lázaro Álvarez Casas.

Durante as reuniões, Ratcliffe destacou a “rara oportunidade” que Cuba possui para estabilizar sua economia, que enfrenta um declínio significativo. A visita reflete a estratégia dos EUA de incentivar mudanças no governo cubano.

Medidas e Demandas dos EUA

Washington está utilizando uma combinação de sanções econômicas, ameaças de ações judiciais e uma proposta de ajuda humanitária de US$ 100 milhões para pressionar Cuba. Além disso, o governo dos EUA não descarta a possibilidade de uma intervenção militar, semelhante à que ocorreu na Venezuela, caso as exigências não sejam atendidas.

A administração do ex-presidente Donald Trump estabeleceu um prazo curto para que Cuba aceite as seguintes demandas:

  • Liberalização econômica e aumento de investimentos estrangeiros;
  • Expansão do setor privado;
  • Liberação de presos políticos;
  • Início de reformas no sistema político.

Reação do Governo Cubano

Em resposta, o governo cubano divulgou um comunicado no dia 15 de maio de 2026, afirmando que Cuba não representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA. O texto, publicado no Granma, jornal oficial do Partido Comunista, refutou as alegações de que a ilha apoia o terrorismo.

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O comunicado enfatizou que Cuba não abriga ou financia organizações terroristas e que não existem bases militares estrangeiras em seu território. Além disso, o governo cubano assegurou que não permitirá ações hostis contra os EUA ou qualquer outra nação a partir de seu solo.

Fonte por: Poder 360

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