EUA lançam nova série de ataques aéreos contra o Irã

Ação é desencadeada após a morte de dois militares norte-americanos e um desaparecido em ataques iranianos na Jordânia neste sábado.

18/07/2026 21:30

2 min

Fumaça sobe do local de um ataque aéreo israelense no Libano
Fumaça sobe do local de um ataque aéreo israelense no Libano

Novos Ataques Aéreos dos EUA Contra o Irã

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou neste sábado (18) que forças americanas iniciaram novos ataques aéreos contra o Irã, a partir das 19 horas (horário de Brasília). A decisão foi tomada “por determinação do comandante em chefe”, referindo-se ao presidente Donald Trump.

Objetivos dos Bombardeios

De acordo com o Centcom, os bombardeios visam degradar a capacidade do Irã de ameaçar o transporte marítimo no Estreito de Ormuz. Além disso, os ataques têm como alvo as forças da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), que, segundo o comunicado, realizaram ataques contra militares americanos na Jordânia na noite anterior.

Consequências dos Ataques

Os ataques aéreos ocorrem após a morte de dois militares norte-americanos e o desaparecimento de um terceiro, em decorrência de ataques iranianos a uma base na Jordânia. O Centcom informou que os soldados foram mortos durante uma defesa contra ataques com mísseis balísticos e drones.

Ameaças do Irã

Na sexta-feira, um assessor do líder supremo iraniano ameaçou uma “fase de ofensiva total” caso os ataques americanos continuassem. O Irã também atacou infraestruturas civis no Kuwait, causando danos significativos a instalações de petróleo e energia.

Reações e Condenações

As autoridades kuwaitianas condenaram os ataques, considerando-os uma “atitude hostil sistemática” que coloca em risco a vida da população civil. O Conselho de Cooperação do Golfo também se manifestou, classificando os ataques iranianos como “crimes de guerra”.

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Escalada do Conflito

A guerra, que começou em fevereiro com uma ofensiva israelense-americana contra o Irã, havia sido suspensa após um cessar-fogo em abril. No entanto, desde julho, a violência aumentou, com ataques diários e incidentes marítimos no Estreito de Ormuz, uma rota vital para o comércio global de hidrocarbonetos.

O Irã anunciou a detenção de quatro navios que tentavam cruzar o estreito sem autorização, alegando que dois petroleiros explodiram ao colidir com minas. O Centcom negou as alegações sobre os navios.

Fonte por: Jovem Pan

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