EUA libera 3 milhões de documentos sobre o caso Jeffrey Epstein
Departamento de Justiça divulga documentos inéditos com fotos e vídeos censurados de mulheres; confira no Poder360.
Departamento de Justiça dos EUA divulga documentos sobre Jeffrey Epstein
Na tarde de sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicou mais de 3 milhões de páginas de documentos relacionados ao caso de Jeffrey Epstein. O anúncio foi feito pelo vice-procurador-geral Todd Blanche durante uma conversa com jornalistas. O material inclui fotos e vídeos, com censura aplicada às imagens de mulheres, exceto aquelas que mostram Ghislaine Maxwell.
Conteúdo inédito sobre a investigação
A divulgação traz informações até então inéditas sobre a investigação do financista bilionário, encontrado morto em uma cela de prisão em Nova York em 2019, enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual de menores. A morte de Epstein foi oficialmente declarada como suicídio pelas autoridades.
Liberação de documentos finais
Segundo Blanche, o material divulgado contém “grandes quantidades de pornografia comercial”. Ele afirmou que essa liberação finaliza o processo de revisão da investigação sobre Epstein, que foi condenado por crimes sexuais. A publicação dos documentos atende à determinação da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein (EFTA), que exigia a disponibilização de todos os registros sob posse do Departamento de Justiça até 19 de dezembro.
Transparência e conformidade legal
O vice-procurador-geral destacou que a divulgação marca o fim de um processo abrangente de identificação e revisão de documentos, visando garantir transparência ao povo americano e conformidade com a lei. Documentos liberados anteriormente revelaram ligações entre Epstein e figuras importantes da política norte-americana, incluindo o atual presidente Donald Trump e o ex-presidente Bill Clinton, embora nenhum deles tenha sido acusado de crimes relacionados ao caso.
Identidade dos co-conspiradores permanece desconhecida
Entre os arquivos já divulgados, dois e-mails do FBI de julho de 2019 mencionam 10 “co-conspiradores” de Epstein, cujos nomes estão ocultos nos documentos. A identidade dessas pessoas ainda é desconhecida, já que apenas Ghislaine Maxwell foi formalmente acusada e condenada. Maxwell, ex-namorada de Epstein, cumpre atualmente uma pena de 20 anos de prisão por recrutar menores para o financista.
Para mais informações sobre o caso, consulte a reportagem completa.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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