EUA não acompanharam petroleiros em Ormuz, afirma Casa Branca

Secretário de Energia dos EUA divulga informação em post que foi apagado posteriormente

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Estreito de Ormuz

Estreito de Ormuz

Marinha dos EUA não escoltou petroleiros pelo Estreito de Ormuz

A Casa Branca confirmou que a Marinha dos EUA ainda não realizou a escolta de nenhum petroleiro pelo Estreito de Ormuz. A declaração foi feita após o secretário de Energia, Chris Wright, ter publicado e posteriormente apagado uma mensagem que afirmava que um petroleiro havia sido escoltado pela Marinha na região.

A secretária de imprensa, Karoline Leavitt, esclareceu durante uma coletiva que a Marinha não escoltou embarcações até o momento, embora essa opção esteja em consideração para o futuro, caso necessário.

Esclarecimentos sobre a situação

Um porta-voz do Departamento de Energia informou que o vídeo postado por Wright na rede social X foi “legendado incorretamente”. Ele também destacou que o presidente e sua equipe estão monitorando a situação e discutindo com líderes do setor sobre como manter o Estreito de Ormuz aberto, incluindo a possibilidade de escoltas navais.

Wright havia publicado em sua conta no Facebook que a Marinha dos EUA havia escoltado um petroleiro, mas a mensagem foi removida rapidamente. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, afirmou que, se solicitado, as Forças Armadas analisariam opções para garantir a segurança das embarcações na região.

Impacto nos preços do petróleo

A ideia de escoltas navais foi mencionada por Trump na semana anterior, mas ele expressou esperança de que não fossem necessárias. As discussões sobre a operação naval dos EUA têm sido um tema central no governo, conforme relatado por fontes próximas ao planejamento.

Os preços do petróleo, que já estavam em queda, sofreram uma nova desvalorização após a publicação de Wright, mas se recuperaram parcialmente após a remoção da mensagem. Antes da publicação, o petróleo bruto nos EUA estava sendo negociado a pouco mais de US$ 84 por barril, caindo para US$ 76,73 e, em seguida, se recuperando para cerca de US$ 84,70 por barril.

Fonte por: CNN Brasil

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