EUA rebate acusações de incitação a protestos no Irã: ‘delirante’

País do Oriente Médio vive onda de protestos devido à crise econômica; pelo menos 51 mortos registrados até o momento.

10/01/2026 3:40

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(Imagem de reprodução da internet).

Irã reafirma resistência diante de protestos

O líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, declarou que o governo não cederá às pressões dos manifestantes. A afirmação ocorre em meio a um aumento significativo dos protestos no país, que já resultaram em 51 mortes.

Contexto dos protestos no Irã

Os protestos, que se intensificaram nas últimas duas semanas, foram inicialmente motivados pela insatisfação com o alto custo de vida e a crise econômica que afeta a população. Apesar do bloqueio da internet imposto pelas autoridades, milhares de iranianos saíram às ruas, exigindo mudanças no regime teocrático.

Reação dos Estados Unidos

Os Estados Unidos classificaram como “delirantes” as acusações do ministro das Relações Exteriores do Irã, que responsabilizou Washington e Israel pela incitação aos protestos. Um porta-voz do Departamento de Estado afirmou que a declaração é uma tentativa de desviar a atenção dos problemas internos enfrentados pelo regime iraniano.

Acusações e tensões internacionais

Khamenei também acusou o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, de ter “o sangue de mais de mil iranianos em suas mãos”, referindo-se a um conflito recente com Israel. Essa retórica acirra ainda mais as tensões entre o Irã e os Estados Unidos.

Conclusão sobre a situação no Irã

Os protestos no Irã refletem um descontentamento crescente com a situação política e econômica do país. A repressão violenta e as acusações mútuas entre o governo iraniano e potências ocidentais indicam que a crise pode se agravar nos próximos dias.

Fonte por: Estadao

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