EUA utilizam avião com aparência civil em ataque a barco

Aeronave militar disfarçada é utilizada na primeira investida dos EUA contra embarcações na Venezuela, segundo o “NYT”.

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O perfil do Comando Sul dos EUA divulgou na rede social X um vídeo de um ataque realizado em águas internacionais na 4ª feira (17.dez.2025)

O perfil do Comando Sul dos EUA divulgou na rede social X um vídeo de um ataque realizado em águas internacionais na 4ª feira (17.dez.2025)

Pentágono Realiza Ataque Disfarçado na Venezuela

O Pentágono executou um ataque utilizando uma aeronave disfarçada para se assemelhar a um avião civil, visando um barco na Venezuela. O governo dos Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, justificou a ação alegando que as embarcações estavam envolvidas no tráfico de drogas. O ataque ocorreu em 2 de setembro de 2025 e resultou na morte de 11 pessoas.

Desde então, os EUA realizaram 35 ataques na região, totalizando 123 mortes, conforme reportado por fontes de notícias.

Detalhes da Operação

A aeronave utilizada no ataque transportava munições ocultas na fuselagem, evitando a exposição de armamentos visíveis. Autoridades que analisaram vídeos de vigilância relataram que a aeronave voou a uma altitude baixa, permitindo que os ocupantes do barco a vissem.

Após esse incidente, o Pentágono começou a utilizar aeronaves militares reconhecíveis, como os drones MQ-9 Reaper, para operações semelhantes.

Questões Legais e Éticas

O uso de uma aeronave com aparência civil levanta preocupações sobre a prática de “perfídia”, que é proibida pelas leis de guerra. Essas normas proíbem combatentes de simular status civil para enganar o inimigo, colocando-os em uma posição vulnerável antes de um ataque.

O Pentágono reafirmou seu compromisso em continuar as operações contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas, destacando que utiliza uma variedade de aeronaves conforme as necessidades da missão.

Conclusão

O Comando de Operações Especiais dos EUA, liderado pelo almirante Frank M. Bradley, não se pronunciou sobre o ataque. A situação levanta importantes questões sobre a conformidade das operações militares com as leis internacionais e os padrões éticos em conflitos armados.

Fonte por: Poder 360

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