Ex-governador de SC classifica candidatura de Carlos ao Senado como ‘loucura’

Pavan critica movimentação do partido e afirma que Santa Catarina é tratado “como um balcão de negócios”

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Críticas de Leonel Pavan à Candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado

O prefeito de Camboriú e ex-governador de Santa Catarina, Leonel Pavan (PSD-SC), manifestou sua desaprovação em relação à candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) ao Senado Federal. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro renunciou ao cargo de vereador na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro em 11 de dezembro para concorrer ao Senado em 2026.

Reações de Pavan e Críticas Locais

Pavan descreveu a movimentação do PL como “uma loucura”, afirmando que o partido trata Santa Catarina “como um balcão de negócios”. Essa não é a primeira vez que Carlos Bolsonaro enfrenta críticas de políticos locais; prefeitos de Joinville e Pouso Redondo também se manifestaram contra sua candidatura, assim como a deputada estadual Ana Campagnolo.

Declarações de Pavan

Em entrevista ao portal Catarina Notícias, Pavan expressou sua indignação: “É uma loucura o que o PL está fazendo com Santa Catarina, trazer um vereador do Rio de Janeiro só para ser candidato”. Ele ressaltou que, apesar de discordar da estratégia do partido, reconhece que a construção da candidatura é um “direito” da sigla.

Concorrência Interna no PL

A candidatura de Carlos Bolsonaro enfrenta resistência interna no PL, onde outros dois nomes, as deputadas federais Carol de Toni e Júlia Zanatta, também estão na disputa pelo Senado. Carlos, que está em seu sétimo mandato consecutivo, justificou sua saída da Alerj como parte de uma “luta pela liberdade, pela família e pela soberania do Brasil”.

Pavan e a Polarização Política

Além das críticas à candidatura de Carlos Bolsonaro, Pavan abordou a polarização política no Brasil, afirmando que os extremos geram uma “ignorância enorme” que divide a população. Ele defendeu a formação de alianças sem viés ideológico, evitando rótulos entre esquerda e direita.

Pavan acredita que essa divisão não leva a lugar algum e enfatizou a importância do diálogo, tanto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Fonte por: Poder 360

Sair da versão mobile