Ex-juiz do RJ é contratado para defender o artista Oruam

O advogado Siro Darlan defenderá o artista na tentativa de reaver bens que foram confiscados. Leia no Poder360.

17/08/2025 14:14

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Ex-juiz do RJ é contratado para defender o artista Oruam
(Imagem de reprodução da internet).

Após a denúncia de tentativa de homicídio de dois agentes da Polícia Civil, o rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, também conhecido como Oruam, contratou o advogado Siro Darlan para representá-lo na defesa.

O blog do Ancelmo Gois publicou, neste domingo (17.ago.2025), que o ex-desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro atuará como representante do cantor no recurso que visa a recuperação de bens apreendidos em operação policial realizada no início do ano.

O pedido foi rejeitado por Rogério Schietti, ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O rapper é acusado de arremessar pedras de grande peso e volume contra agentes da Polícia Civil durante a execução de um mandado de busca e apreensão em sua residência. O MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) requer a condenação por tentativa de homicídio mediante qualificação, em desrespeito aos agentes de segurança pública.

A ação policial visava um adolescente chamado “Piu”, suspeito de atuar como segurança de Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, apontado como líder do CV (Comando Vermelho) e responsável pelo tráfico no Complexo da Penha.

Os alvos dos supostos ataques foram o delegado Moyses Gomes e o oficial de cartório da Polícia Civil Alexandre Ferraz. William Matheus Vianna Rodrigues Vieira, que estava com o rapper durante a operação, também foi denunciado pelo mesmo crime.

O artista, filho de Marcinho VP, também apontado como líder do CV, se apresentou às autoridades na tarde de 22 de julho, quando foi preso. Ele está detido no Complexo Penitenciário de Gericiná³, conhecido como Bangu 3. Após aceitar a denúncia, a Justiça expediu um mandado de prisão contra Oruam.

Santos Nepomuceno, com 25 anos, teve sua classificação elevada a “alta periculosidade” pelas autoridades do Rio. Essa classificação está presente na Guia de Recolhimento de Presos produzida pela Delegacia de Capturas da Polinter e encaminhada à SAP (Secretaria de Administração Penitenciária). O documento posiciona o rapper no terceiro nível mais elevado de risco, em uma escala de quatro graus aplicada pelo sistema prisional fluminense.

Fonte por: Poder 360

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