Fávaro afirma que conflito no Oriente Médio não deve alarmar o agronegócio

Ministro afirma que governo monitora impactos nos custos de produção

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(Imagem de reprodução da internet).

Ministro da Agricultura Comenta Impactos do Conflito no Irã

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou a importância de agir com cautela ao avaliar os efeitos do conflito no Irã sobre o agronegócio brasileiro. Ele enfatizou que o Irã é um parceiro significativo para a agropecuária do Brasil, sendo o maior comprador de milho do país, e que a relação comercial entre os dois países é crucial.

Fávaro alertou para a necessidade de não criar alarmismo, mencionando que o Brasil depende de insumos nitrogenados importados, o que pode afetar os custos de produção. Apesar de já haver preocupações no mercado, ele pediu uma abordagem cautelosa em relação à situação.

Acompanhamento da Situação pelos Produtores

Quando questionado sobre a necessidade de ações governamentais para apoiar os produtores, Fávaro afirmou que ainda não é o momento para isso. Ele ressaltou que os agricultores que estão plantando a segunda safra de milho já adquiriram seus insumos, e que há tempo suficiente para a compra dos insumos da safra de verão, que começará em setembro.

Expectativas em Relação ao Acordo Mercosul-UE

Fávaro também comentou sobre a aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia pelo Congresso Nacional, que permitirá o início do fluxo comercial com tarifas preferenciais a partir de 1º de maio. Ele destacou que este acordo representa um marco importante após 26 anos de negociações, reunindo o maior bloco comercial do mundo.

O ministro explicou que o acordo entrará em vigor no mês seguinte à conclusão dos trâmites internos de validação, com a Comissão Europeia aplicando provisoriamente o Acordo Provisório de Comércio (Ita).

Conclusão sobre o Conflito e o Comércio Internacional

Fávaro expressou a tristeza do Brasil em relação ao conflito no Irã, desejando que a guerra termine o mais rápido possível. Ele reiterou a importância de monitorar a situação e suas implicações para o agronegócio, enquanto se prepara para as novas oportunidades comerciais que surgirão com o acordo Mercosul-UE.

Fonte por: CNN Brasil

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