Reações à Decisão da PF sobre Eduardo Bolsonaro
Na sexta-feira, 2 de janeiro de 2025, políticos do governo expressaram ironia nas redes sociais em relação à determinação da Polícia Federal (PF) que exige o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão, após a cassação de seu mandato como deputado. O ex-deputado é policial federal lotado na Delegacia de Polícia Federal em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
Reações dos Políticos
As reações à decisão foram diversas. O senador Humberto Costa, do PT de Pernambuco, comentou em sua conta no X que “a regra é clara: quem não aparece, perde o emprego”. Essa afirmação reflete a percepção de que a ausência de Eduardo em seu papel como deputado resultou em sua perda de mandato.
Comentários de Outros Parlamentares
A deputada Erika Kokay, do PT do Distrito Federal, também se manifestou, afirmando que Eduardo terá que “trabalhar” agora que não possui mais mandato e não está mais nos Estados Unidos. Ela questionou se ele ainda sabe “bater ponto”.
O deputado Rogério Correia, do PT de Minas Gerais, fez uma observação sobre a vida adulta, afirmando que “a vida adulta chega para todos”. Essas declarações refletem um tom crítico em relação à situação de Eduardo Bolsonaro.
Críticas ao Bolsonarismo
A deputada Talíria Petrone, do PSOL do Rio de Janeiro, expressou sua indignação, afirmando que é “revoltante ver como o bolsonarismo sempre tenta transformar o Estado em extensão dos seus privilégios”. Essa crítica ressalta a percepção de que a política deve ser livre de interesses pessoais e privilégios.
Considerações Finais
A determinação da PF e as reações dos políticos evidenciam um clima de tensão e ironia no cenário político atual. A situação de Eduardo Bolsonaro, agora fora do mandato, levanta questões sobre a responsabilidade e o papel dos políticos na sociedade.
Fonte por: Poder 360
