Irã dispara mísseis em direção a Tel Aviv e rejeita diálogo com EUA

Ataques ocorrem em meio à escalada com Israel e após declarações de Donald Trump sobre negociações. Confira no Poder360.

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(Imagem de reprodução da internet).

Irã Lança Ataques com Mísseis Contra Tel Aviv

No dia 24 de março de 2026, o Irã iniciou uma série de ataques com mísseis direcionados a Tel Aviv, em Israel. Essa ação ocorreu após autoridades iranianas negarem qualquer diálogo com os Estados Unidos e com o presidente Donald Trump. Os disparos fazem parte de uma ofensiva que começou na noite anterior, enquanto Israel realizava bombardeios em alvos do Hezbollah em Beirute, Líbano.

Negativas de Diálogo e Posição do Irã

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqaei, declarou que o país não teve contato com os EUA desde o início da ofensiva militar conjunta entre americanos e israelenses, que começou no final de fevereiro. Ele reafirmou que a posição do Irã sobre o estreito de Ormuz e as condições para encerrar o conflito permanecem inalteradas.

Reações do Parlamento Iraniano

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, também negou a existência de negociações, classificando como “fake news” as declarações de Trump sobre conversas em andamento. Segundo Qalibaf, essas informações visam influenciar os mercados financeiro e energético.

Impactos dos Ataques e Resposta de Israel

Os impactos dos ataques iranianos geraram divergências nas informações. A agência estatal IRNA reportou que os mísseis deixaram 9 mortos em Israel, enquanto o jornal The Times of Israel informou que 4 pessoas ficaram levemente feridas após um míssil atingir Tel Aviv.

Em resposta, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país continuará a atacar alvos no Irã e no Líbano. Ele destacou que a ofensiva tem como objetivo enfraquecer os programas nuclear e de mísseis iranianos, além de atingir o Hezbollah. Netanyahu também mencionou a eliminação recente de dois cientistas ligados ao programa nuclear iraniano, afirmando que as operações militares seguirão para proteger os “interesses vitais” de Israel.

Fonte por: Poder 360

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