Irã se oferece para mediar conflito entre Afeganistão e Paquistão

Abbas Araghchi sugere diálogo entre nações vizinhas após Islamabad declarar guerra ao Talibã e bombardear Cabul.

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Bandeira do Irã

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Irã se oferece para mediar conflito entre Afeganistão e Paquistão

O Irã manifestou sua disposição para intermediar as tensões entre o Afeganistão e o Paquistão. A proposta foi feita pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, em uma publicação na plataforma X, na sexta-feira (27 de fevereiro de 2026). A iniciativa surge após o Paquistão declarar “guerra aberta” contra o governo talibã e realizar bombardeios aéreos em Cabul.

Proposta de mediação do Irã

Araghchi expressou a intenção de Teerã em atuar como facilitador nas negociações entre os dois países vizinhos. Ele afirmou que “a República Islâmica do Irã está pronta para fornecer toda a assistência necessária para facilitar o diálogo e contribuir para melhorar o entendimento e a cooperação entre os dois países”.

Contexto do conflito

O chanceler iraniano também fez referência ao mês sagrado do Ramadã, sugerindo que este é um momento apropriado para que Afeganistão e Paquistão resolvam suas diferenças por meio do diálogo e da boa vizinhança. O Ramadã, que ocorre de 17 de fevereiro a 19 de março deste ano, é considerado um período de autopurificação e devoção pelos muçulmanos.

Escalada das hostilidades

A proposta do Irã ocorre em meio à escalada do conflito entre as duas nações. O Paquistão intensificou suas operações militares contra o território afegão, incluindo ataques aéreos sobre a capital, Cabul. Os confrontos militares mais recentes ocorreram na noite de quinta-feira (26 de fevereiro de 2026) na passagem fronteiriça de Chaman, um ponto de divisa entre os dois países.

Conclusão sobre a situação atual

O Paquistão declarou um estado de confronto direto com a administração talibã, realizando bombardeios aéreos em resposta à declaração de “guerra aberta” contra o governo afegão. A situação continua tensa, e a proposta de mediação do Irã pode ser um passo importante para a resolução do conflito.

Fonte por: Poder 360

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