Laudo do IML revela marcas de unha na face de policial baleada em SP

Perícia revela lesões na face e pescoço da policial, compatíveis com pressão e marcas de unha, após exumação.

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Policial militar Gisele Alves Santana | reprodução/Instagram @Poder360 - 10.mar.2026

Policial militar Gisele Alves Santana | reprodução/Instagram @Poder360 - 10.mar.2026

Laudo do IML Revela Lesões em Policial Militar Exumada

O laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) realizado após a exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana identificou lesões contundentes na face e na região cervical da vítima. Essas lesões foram descritas como resultado de pressão digital e escoriações compatíveis com estigmas ungueais, ou seja, causadas por unhas. O documento foi datado de 7 de março de 2026, um dia após a exumação.

Detalhes das Lesões e Circunstâncias da Morte

Em um laudo anterior, datado de 19 de fevereiro de 2026, que ocorreu um dia após a morte de Gisele, já constavam lesões na face e no pescoço, especificamente na lateral direita. O médico legista havia mencionado “estigmas digitais”, que são lesões equimóticas com formato arredondado, compatíveis com pressão digital. Além disso, a descrição do “estigma ungueal” indicava uma lesão superficial em formato de meia-lua.

Ambos os laudos confirmam que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico grave resultante de um disparo de arma de fogo. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, ao ser contatada, informou que a autoridade policial aguarda os laudos referentes à reconstituição e exumação do corpo, ressaltando que detalhes do caso estão sob sigilo judicial.

Contexto do Caso

Gisele Alves Santana foi encontrada com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro de 2026, no apartamento onde residia com seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Ele estava presente no local e relatou o incidente às autoridades como um suicídio.

Fonte por: Poder 360

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