Lula teve encontros com 16 estrangeiros durante sua prisão

Visitas de Autoridades a Lula Durante a Prisão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu a visita de 16 autoridades, intelectuais e ativistas internacionais durante seus 580 dias de prisão, entre 2018 e 2019. A informação foi compilada pelo Poder360 a partir de diversas fontes de comunicação e publicações oficiais.
Entre os visitantes, destacam-se o ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, o então candidato à presidência da Argentina, Alberto Fernández, o ex-presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, e o renomado filósofo e linguista Noam Chomsky.
Lista de Estrangeiros Recebidos por Lula
Abaixo, segue a lista de estrangeiros que visitaram Lula durante seu período de encarceramento:
- Alberto Fernández – candidato à Presidência da Argentina
- Boaventura de Sousa Santos – sociólogo e professor português
- Cuauhtémoc Cárdenas – ex-governador do Distrito Federal (México)
- Danny Glover – ator e ativista norte-americano
- Domenico De Masi – sociólogo italiano
- Eduardo Duhalde – ex-presidente da Argentina
- Ernesto Samper – ex-presidente da Colômbia
- Juan Carlos Monedero – fundador do partido Podemos (Espanha)
- Leonardo Padura – escritor cubano
- Martin Schulz – ex-presidente do Parlamento Europeu
- Massimo D’Alema – ex-primeiro-ministro da Itália
- Noam Chomsky – filósofo e linguista norte-americano
- Pepe Mujica – ex-presidente do Uruguai
- Pilar del Río – presidenta da Fundação José Saramago
- Roberto Gualtieri – eurodeputado do Parlamento Europeu
- Sharan Burrow – secretária-geral da Confederação Sindical Internacional (CSI)
Apesar das visitas, algumas personalidades tiveram suas entradas negadas pela Justiça. O argentino Adolfo Pérez Esquivel, vencedor do Prêmio Nobel da Paz, foi barrado em abril de 2018, assim como o advogado Juan Grabois, que tentou entregar um rosário enviado pelo papa Francisco em junho do mesmo ano.
Proibição de Visitas a Bolsonaro
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para que o presidente argentino, Javier Milei, visitasse o ex-presidente em prisão domiciliar. O encontro estava agendado para 25 de julho de 2026, mas foi considerado “prejudicado” devido a uma nova determinação judicial que proíbe visitas de caráter político-eleitoral até o fim do atual ciclo eleitoral.
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Essa decisão ocorreu após Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar uma carta escrita à mão por seu pai, reforçando a pré-candidatura à presidência. O STF interpretou essa ação como uma tentativa de burlar as restrições de comunicação impostas à prisão domiciliar. Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado, pode receber apenas familiares, funcionários e equipes médicas e de defesa.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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