Macron afirma que França trabalha para prevenir escalada no Oriente Médio

Mensagem divulgada após visita de Macron ao Chipre; França lidera esforços para proteger cidadãos no Oriente Médio.

10/03/2026 9:20

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Macron determina envio de porta-aviões ao Mediterrâneo

Macron Reitera Compromisso da França em Proteger Cidadãos no Oriente Médio

O presidente francês, Emmanuel Macron, declarou nesta segunda-feira (9 de março de 2026) que a França tomará medidas para proteger seus cidadãos e evitar a escalada do conflito no Oriente Médio. Em uma postagem nas redes sociais, ele enfatizou a responsabilidade do país em garantir a segurança dos compatriotas e das economias, além de evitar um agravamento da situação na região.

Reunião com Líderes do Mediterrâneo Oriental

A declaração de Macron ocorreu após sua visita ao Chipre, onde se encontrou com o presidente Nikos Christodoulides e o primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis. Durante a reunião, os líderes discutiram estratégias para fortalecer a segurança no Mediterrâneo Oriental, um tema de crescente importância diante das tensões na área.

Solidariedade e Proteção aos Cidadãos Franceses

Macron expressou solidariedade com os aliados da França na região, especialmente em face de recentes ataques com mísseis e drones. Ele destacou que Paris está coordenando esforços para proteger os aproximadamente 400 mil cidadãos franceses que ainda estão no Oriente Médio, oferecendo suporte em possíveis operações de repatriação.

Impactos Econômicos e Segurança Marítima

O presidente também abordou os efeitos econômicos da crise, ressaltando que a interrupção de rotas marítimas estratégicas compromete o comércio global. Ele afirmou que a França está trabalhando para restabelecer a liberdade de navegação e garantir a segurança dessas rotas, mencionando a Operação Aspides, uma iniciativa naval da União Europeia no Mar Vermelho.

Coordenação Internacional para Enfrentar Crises

Macron, em sua função como presidente do G7, iniciou uma coordenação entre líderes mundiais para enfrentar os riscos de escassez de energia resultantes do conflito e das tensões nas rotas marítimas. Essa colaboração visa mitigar os impactos da crise e assegurar a estabilidade econômica na região e além.

Fonte por: Poder 360

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