Magno Malta tenta visitar Bolsonaro na Papuda sem permissão

Senador é impedido por policiais militares; motorista registra imagens nas proximidades do presídio. Confira no Poder360.

22/01/2026 22:30

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Jair Bolsonaro e Magno Malta

Senador Magno Malta Tenta Visitar Jair Bolsonaro e é Impedido

O senador Magno Malta (PL-ES) tentou visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha em 17 de janeiro de 2026, mas foi impedido de entrar por oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal. A informação foi revelada em um ofício enviado ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026.

Motivos para a Proibição da Visita

Segundo o documento, os policiais informaram ao senador que a visita não poderia ser autorizada devido à falta de uma autorização judicial prévia. De acordo com uma decisão do STF, todas as visitas ao ex-presidente necessitam de autorização expressa do ministro Alexandre de Moraes.

O comandante do 19º Batalhão da Polícia Militar, Allenson Nascimento Lopes, destacou que o senador foi tratado com urbanidade e que apenas familiares autorizados têm direito a visitas permanentes. Outras visitas, incluindo as de autoridades, precisam de cadastro e autorização do STF.

Assistência Religiosa e Regras de Visita

Durante a abordagem, Malta questionou se poderia realizar uma oração no local. Os policiais esclareceram que a assistência religiosa segue regras específicas. Por determinação de Moraes, Bolsonaro pode receber assistência religiosa apenas de dois líderes religiosos, com visitas limitadas a uma vez por semana, em dias específicos.

Comportamento do Senador e Ações da Polícia

Após a negativa, Malta permaneceu cerca de 30 minutos nas imediações da unidade e se retirou voluntariamente. Um veículo oficial do Senado foi visto estacionado nas proximidades, e o motorista filmou a área. A Polícia Militar, preocupada com a segurança institucional, realizou uma abordagem orientativa, considerando a sensibilidade do local.

Pedido de Autorização para Visita

O senador havia enviado um ofício à Polícia Federal em 12 de janeiro, solicitando autorização para visitar Bolsonaro enquanto o ex-presidente estava na Superintendência Regional da PF em Brasília. No documento, Malta argumentou que seu pedido se baseava nas prerrogativas parlamentares de fiscalização e tinha como objetivo verificar as condições humanitárias da custódia de Bolsonaro.

Fonte por: Poder 360

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