Naufrágio nas Filipinas deixa mortos e desaparecidos
A Guarda Costeira das Filipinas iniciará uma operação de busca nesta terça-feira (27) para localizar os passageiros desaparecidos após o naufrágio de uma embarcação que transportava mais de 300 pessoas. O incidente, que ocorreu a caminho da província de Sulu, resultou na morte de pelo menos 18 pessoas.
Operações de resgate e suspensão de atividades
O Departamento de Transportes das Filipinas decidiu suspender toda a frota de passageiros da Aleson Shipping, a operadora da embarcação naufragada, que já esteve envolvida em 32 acidentes marítimos. Até o momento, 316 pessoas foram resgatadas, enquanto 10 continuam desaparecidas após o naufrágio do MV Trisha Kerstin 3, que aconteceu pouco depois da meia-noite de segunda-feira (26), horário local.
A embarcação seguia para Jolo, na província de Sulu, após partir de Zamboanga. A Guarda Costeira está investigando as causas do naufrágio, que ainda não foram determinadas.
Revisão do número de passageiros
A capitã Noemie Cayabyab, porta-voz da Guarda Costeira, informou que o número total de pessoas a bordo foi revisado para 344, em vez dos 359 inicialmente divulgados. Essa atualização ocorreu após a confirmação de que 15 pessoas listadas no manifesto não embarcaram.
A embarcação tinha uma capacidade autorizada para 352 passageiros, e a Guarda Costeira ainda não está em posição de tirar conclusões sobre as causas do acidente, uma vez que a investigação está em andamento.
Contexto de segurança marítima nas Filipinas
Acidentes marítimos são frequentes nas Filipinas, um arquipélago composto por mais de 7 mil ilhas, que apresenta um histórico irregular em termos de segurança no transporte marítimo. A Aleson Shipping opera uma rede de rotas interilhas em Mindanao e no Arquipélago de Sulu, onde a segurança das embarcações é uma preocupação constante.
Fonte por: CNN Brasil
