Ministro de Maduro classifica ação dos EUA como covarde e criminosa

Yván Gil afirma que ofensiva infringe a carta da ONU sobre resolução pacífica de divergências entre países.

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Yván Gil

Yván Gil

Ministro da Venezuela critica ação dos EUA como agressão criminosa

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, classificou a recente ação dos Estados Unidos como um “momento crucial na história da América Latina“, descrevendo-a como uma agressão “covarde e criminosa”. Durante uma reunião de ministros das Relações Exteriores da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), Gil denunciou o ataque, afirmando que o dia anterior ficaria marcado como uma data obscura na história, ressaltando que Nicolás Maduro é o “presidente constitucional” do país.

Gil argumentou que a ação não foi um “acidente”, mas sim um movimento “cruelmente planejado”, executado sem respaldo no direito internacional. Ele destacou que essa ofensiva violou a carta da Organização das Nações Unidas (ONU), que preconiza a resolução pacífica de divergências entre os países.

Consequências da ação militar dos EUA

O ministro também enfatizou que a ação dos EUA resultou em danos a civis inocentes, o que configura uma violação dos direitos humanos, especialmente no que diz respeito ao direito à vida e à integridade. Gil lembrou que a Venezuela já havia alertado sobre a escalada militar no Caribe, afirmando que forças externas estavam pressionando a região.

Ele declarou que “as máscaras caíram definitivamente”, afirmando que o ataque não se restringe apenas à Venezuela, mas é uma ameaça a toda a América Latina e Caribe. Gil concluiu que os países da CELAC não podem hesitar em sua resposta e devem “dar um passo à frente” diante da situação.

Reflexões sobre a soberania na América Latina

A declaração de Gil reflete uma preocupação crescente com a soberania dos países latino-americanos e a necessidade de uma resposta unificada contra intervenções externas. A situação atual exige uma reflexão profunda sobre como os países da região podem se proteger e garantir sua autonomia diante de ações que possam comprometer a paz e a estabilidade na América Latina.

Fonte por: Jovem Pan

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