Venezuela registra mortes de soldados em operação militar
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, anunciou na sexta-feira (16 de janeiro de 2026) que 47 soldados venezuelanos, incluindo 9 mulheres, perderam a vida durante uma operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente deposto Nicolás Maduro em 3 de janeiro, na capital Caracas.
A declaração de Padrino foi feita durante uma cerimônia religiosa em homenagem aos militares falecidos e foi divulgada no canal do YouTube do Ministério da Defesa.
Mortes de militares cubanos e repercussão
Na quinta-feira (15 de janeiro), os restos mortais de 32 militares cubanos, que segundo o governo de Cuba foram mortos durante o mesmo ataque, foram repatriados para o país caribenho. As autoridades venezuelanas relataram que muitos dos membros da segurança de Maduro foram mortos “a sangue frio”.
Uma nota oficial do governo cubano expressou a tristeza pela perda dos soldados, que estavam em missão representando as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior da Cuba, a pedido das autoridades venezuelanas.
Reações e números de vítimas
Em 7 de janeiro, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, afirmou que o total de mortos no ataque dos Estados Unidos chegava a 100. Ele descreveu o incidente como um “ataque bárbaro”, ressaltando que muitas das vítimas eram civis inocentes, incluindo mulheres que estavam em suas casas durante os bombardeios.
A situação continua a gerar grande preocupação e repercussão tanto na Venezuela quanto em Cuba, com apelos por justiça e esclarecimentos sobre as circunstâncias do ataque militar.
Fonte por: Poder 360
