Motta defende emendas na abertura do ano legislativo

Presidente da Câmara afirma que emendas são prerrogativa do Congresso e destaca prioridades para 2026, incluindo a PEC 6×1.

02/02/2026 19:40

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, discursa na ce...

Defesa das Emendas Parlamentares por Hugo Motta

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), reafirmou, nesta segunda-feira (2 de fevereiro de 2026), a importância das emendas parlamentares. Ele destacou que essas emendas são uma “prerrogativa constitucional do Congresso” e essenciais para promover investimentos em áreas remotas do Brasil.

Motta enfatizou que o plenário deve trabalhar incessantemente para aprovar propostas que beneficiem o país, garantindo que as emendas parlamentares cheguem a regiões que frequentemente não recebem a devida atenção do poder público.

Críticas à Ministra do Planejamento

Na última sexta-feira (30 de janeiro), Motta criticou a declaração da ministra do Planejamento, Simone Tebet, que afirmou que o Congresso “sequestrou” parte do Orçamento devido ao número elevado de emendas. O presidente da Câmara considerou a afirmação “equivocada” e alertou sobre a necessidade de cuidado com palavras que possam deslegitimar o papel do Parlamento.

Tebet, durante o lançamento do Observatório da Qualidade do Gasto Público, expressou sua preocupação com a falta de clareza na aplicação dos recursos das emendas, afirmando que não se opõe a elas, mas sim à maneira como são geridas.

Prioridades para 2026

Na mesma ocasião, Motta celebrou os avanços da Câmara em 2025 e delineou suas prioridades para 2026. Entre os tópicos destacados, está a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1, que deve ser acelerada.

Ele também mencionou que a agenda do primeiro semestre será intensa, com a votação da medida provisória do Gás do Povo, que beneficiará mais de 15 milhões de famílias. Após o carnaval, a Câmara avançará com a PEC da Segurança Pública, um tema de grande relevância para a população.

Motta ressaltou a importância de priorizar o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio, enfatizando que essa agenda deve ser tratada em colaboração com os demais Poderes e não pode ser adiada.

Fonte por: Poder 360

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