Ministério Público da Bahia Parabeniza Novo Ministro da Justiça
O Ministério Público da Bahia (MPBA) congratulou Wellington César Lima e Silva, que foi anunciado como o novo ministro da Justiça e Segurança Pública nesta terça-feira (13). O jurista possui uma longa trajetória no órgão baiano, e a entidade destacou que sua nomeação reflete uma formação jurídica sólida, ampla experiência em administração pública e um forte compromisso com a defesa da ordem jurídica e das instituições democráticas.
Reconhecimento da Tradição Jurídica da Bahia
Em relação à escolha feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o MPBA ressaltou que a indicação de um jurista baiano para liderar o Ministério da Justiça e Segurança Pública reafirma a importância da tradição jurídica da Bahia e a contribuição do Nordeste para o cenário jurídico e institucional do Brasil.
Trajetória de Wellington César Lima e Silva
O MPBA também destacou a trajetória do novo ministro, que atuou como procurador-geral de Justiça em duas ocasiões. Durante sua gestão, Wellington César Lima e Silva se destacou pelo respeito às atribuições constitucionais e pelo incentivo ao diálogo interinstitucional, promovendo a cooperação entre os órgãos do sistema de Justiça e Segurança Pública.
Experiência na Presidência da República e na Petrobras
Sobre sua atuação na Secretaria de Assuntos Jurídicos da Presidência da República e como advogado-geral da Petrobras, o MPBA afirmou que essas experiências demonstram seu preparo técnico e capacidade de enfrentar os desafios relacionados à condução das políticas públicas de justiça e segurança.
Histórico no Ministério Público da Bahia
Wellington César Lima e Silva ingressou no Ministério Público da Bahia em 1991, após ser aprovado em concurso público. De 2010 a 2014, ele liderou o órgão após ser nomeado pelo então governador Jaques Wagner (PT-BA). Durante o segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, o jurista ocupou o cargo de ministro da Justiça por 11 dias, mas deixou a pasta após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que o obrigou a escolher entre seu cargo no Ministério Público e a posição no Executivo.
Fonte por: Jovem Pan
