Bia Lula ironiza Flávio Bolsonaro em vídeo no Instagram
No último domingo (12 de abril de 2026), Bia Lula, neta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, publicou um vídeo no Instagram utilizando inteligência artificial para ironizar o senador Flávio Bolsonaro. O conteúdo faz alusão à “dança da rachadinha“, uma referência ao histórico de Flávio, que é visto como um potencial adversário em uma futura disputa presidencial.
Referência ao caso das “rachadinhas”
O vídeo menciona o polêmico caso das “rachadinhas”, que ocorreu quando Flávio Bolsonaro era deputado estadual no Rio de Janeiro. Na publicação, Bia Lula brinca: “Essa coreografia ele dança como ninguém! É a dança da rachadinha. A nova trend da extrema direita!”
Flávio Bolsonaro e suas danças em eventos
Flávio Bolsonaro tem incorporado danças em suas apresentações de pré-campanha, o que se tornou uma marca registrada do senador. Recentemente, ele dançou em Porto Alegre e já havia feito o mesmo em outros eventos, como o lançamento da pré-candidatura de Marcos Rogério ao governo de Rondônia.
A estratégia de Flávio visa suavizar a imagem pública da família Bolsonaro, especialmente em um cenário político competitivo.
PT intensifica críticas a Flávio Bolsonaro
O Partido dos Trabalhadores (PT) tem utilizado o caso das rachadinhas como parte de sua estratégia para enfrentar a candidatura de Flávio, que aparece como um forte concorrente nas pesquisas. Em uma resolução recente, o PT associou Flávio ao legado do bolsonarismo, caracterizando-o como parte de um projeto “autoritário e antipopular”.
Além disso, a resolução também relaciona Flávio ao caso do Banco Master, envolvendo Bolsonaro e o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
Pesquisas eleitorais e cenário atual
Uma pesquisa divulgada na quarta-feira (8 de abril de 2026) mostra que Flávio Bolsonaro tem 45,8% das intenções de voto, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 45,5% em um possível segundo turno. No primeiro turno, Lula lidera com 40,4%, contra 37,0% de Flávio, indicando um empate técnico dentro da margem de erro.
Fonte por: Poder 360
