Deputado Nikolas Ferreira Responde a Críticas de Padre sobre Marcha
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) contestou, nesta segunda-feira (2 de fevereiro de 2026), as declarações do padre Ferdinando Mancilio, do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, sobre a marcha que ele organizou de Minas Gerais até Brasília. O sacerdote, sem mencionar o nome do congressista, afirmou que o movimento de Nikolas visava a busca por “poder” durante uma missa celebrada em 25 de janeiro.
Reação do Deputado e Defesas sobre o Uso de Armas
Em um vídeo publicado em seu perfil oficial no Instagram, Nikolas Ferreira afirmou que ao padre “falta intelecto ou Bíblia”. Ele argumentou que “a arma não é o mal, o mal é quem utiliza” e fez referências bíblicas para ilustrar seu ponto de vista, questionando se o padre se lembrava de histórias como a de Caim e Abel ou Davi e Golias.
O deputado também defendeu que as armas podem ser usadas para o bem, assim como para o mal, e têm a capacidade de “proteger inocentes”. Ele ainda levantou a questão sobre a segurança do Papa, insinuando que os seguranças do líder religioso não utilizam a Bíblia como proteção.
Críticas do Padre Mancilio
O clérigo também relatou uma conversa com uma pessoa que se dizia cristã e favorável ao uso de armas, respondendo que “não tem jeito. É impossível” e que a arma só serve para causar dano.
A Marcha de Nikolas Ferreira
A caminhada organizada por Nikolas Ferreira percorreu 240 quilômetros, partindo de Paracatu (MG) até Brasília. O objetivo declarado do deputado foi defender a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que recebeu pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado.
O deputado encerrou a marcha em Brasília no domingo (25 de janeiro de 2026), com uma manifestação na Praça do Cruzeiro, que reuniu apoiadores do ex-presidente.
Fonte por: Poder 360
