Nubank vai encerrar atividades? Esclareça o boato nas redes sociais

Instituição desmente boatos sobre fechamento e destaca solidez financeira com lucros históricos.

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Nubank desmente rumores de falência

Recentemente, surgiram boatos nas redes sociais indicando que o Nubank estaria prestes a fechar suas portas ou declarar falência. No entanto, essa informação é falsa. O Nubank não está em processo de fechamento, falência ou planejamento de saída do Brasil.

O banco digital se pronunciou para desmentir os rumores, classificando as publicações como “fake news”. Em comunicado, a instituição reafirmou sua saúde financeira, destacando que continua operando normalmente e em expansão. No terceiro trimestre do ano passado, o Nubank registrou um lucro líquido de US$ 783 milhões (aproximadamente R$ 4,5 bilhões) e possui mais de 127 milhões de clientes na América Latina.

A empresa enfatizou que é uma das instituições mais bem capitalizadas da região e que atende a todas as exigências do Banco Central, operando com solidez no Brasil, México e Colômbia.

Contexto dos rumores

Os rumores sobre o fechamento do Nubank surgiram em meio à liquidação do Will Bank, que ocorreu recentemente. Na última quarta-feira (21), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, ligada ao Will Bank, devido a sérios problemas econômico-financeiros.

Essas publicações também surgem após o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar uma medida, em novembro do ano passado, que proíbe instituições financeiras sem licença bancária oficial de utilizarem os termos “banco” ou “bank” em seus nomes. A decisão visa evitar confusões entre clientes e garantir que os usuários saibam exatamente que tipo de serviço estão contratando.

O Nubank é um dos casos mais citados em relação a essa nova regra. Embora seja uma gigante do setor, a empresa opera atualmente com licenças de instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora, mas ainda não possui a licença completa de “banco”. Em comunicado, o banco digital expressou seu interesse em adquirir essa licença ainda este ano.

Prazos para adequação

As empresas que não se enquadrarem na nova regra não fecharão as portas imediatamente. Elas terão um prazo de até 120 dias para apresentar um plano de adequação ao Banco Central e até um ano para realizar as mudanças necessárias em suas marcas e nomes.

Gilneu Vivan, diretor de Regulação do BC, afirmou que a medida é necessária, pois o uso de nomes que não correspondem ao serviço autorizado pode gerar confusão para o cliente e riscos ao sistema financeiro.

Fonte por: Jovem Pan

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