Papa Leão solicita que EUA e Cuba promovam “diálogo sincero”

Pontífice se junta a bispos cubanos para evitar “violência e mais sofrimento” em meio a tensões entre os países

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Papa Leão XIV realiza a oração do Angelus a partir da janela do Palácio Apostólico no Vaticano 2 de novembro de 2025

Papa Leão XIV realiza a oração do Angelus a partir da janela do Palácio Apostólico no Vaticano 2 de novembro de 2025

Papa Leão XIV expressa preocupação com tensões entre EUA e Cuba

No último domingo (1°), durante a oração do Angelus, o papa Leão XIV manifestou sua profunda preocupação com o aumento das tensões entre os Estados Unidos e Cuba. Ele pediu um “diálogo sincero e eficaz” para evitar a violência e o sofrimento do povo cubano.

Aumento da pressão dos EUA sobre Cuba

Recentemente, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a imposição de tarifas sobre as importações de países que fornecem petróleo a Cuba. Essa medida visa aumentar a pressão sobre o país caribenho, especialmente após a queda do ditador venezuelano Nicolás Maduro, um aliado importante de Cuba.

Trump justificou a decisão afirmando que as tarifas são necessárias para proteger “a segurança nacional e a política externa dos EUA das ações e políticas malignas do regime cubano”.

Reações do papa e do governo cubano

O papa Leão XIV recebeu relatos preocupantes sobre a situação em Cuba e se uniu aos bispos cubanos para exortar os responsáveis a promoverem um diálogo que evite mais sofrimento ao povo cubano. Ele enfatizou a necessidade de um entendimento pacífico entre as nações.

Em resposta às ameaças tarifárias, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, declarou “estado de emergência internacional”, considerando a medida dos EUA como uma “ameaça incomum e extraordinária”.

Conclusão sobre a situação atual

Trump previu que “Cuba entrará em colapso muito em breve”, citando a falta de apoio da Venezuela, que não tem enviado petróleo ou recursos financeiros à ilha. Ele reiterou a necessidade de negociações entre Cuba e os Estados Unidos, afirmando que a situação não precisa resultar em uma crise humanitária.

Fonte por: CNN Brasil

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