Pênaltis no Futebol: Estatísticas e Psicologia
Quando o árbitro aponta para a marca da cal, a emoção toma conta: é pênalti a nosso favor! Contudo, é importante comemorar com moderação.
Na temporada 2025/26 da Premier League, a taxa de conversão de pênaltis está em torno de 82%, segundo dados do Transfermarkt e FotMob. Historicamente, as grandes ligas europeias apresentam uma média entre 75% e 80%. No Campeonato Brasileiro de 2025, o aproveitamento foi semelhante, variando de 75% a 85%.
Desempenho dos Clubes e Goleiros
Internacional e Flamengo se destacam em cobranças de pênaltis a favor, com o Inter convertendo 90% das suas tentativas e o Flamengo cerca de 78%. No Brasil, os goleiros que se especializam em defender pênaltis são conhecidos como “pegadores de pênaltis”.
Rogério Ceni lidera a lista histórica com 51 defesas, enquanto Cássio, atualmente no Cruzeiro, tem 42. Fábio contabiliza cerca de 37 defesas. Rossi, do Flamengo, já defendeu 30 pênaltis, tornando-se o segundo argentino com mais defesas, atrás de Franco Armani, que possui 34. Weverton, do Grêmio, está próximo de 31 defesas.
A Psicologia por Trás dos Pênaltis
O pênalti deixou de ser uma “loteria” e se tornou uma questão de preparação, leitura e execução, especialmente para os goleiros. A revista científica Frontiers in Psychology aponta que a pressão afeta mais o batedor do que o goleiro.
Curiosamente, jogadores que olham demais para o goleiro antes do chute tendem a sentir mais ansiedade e errar mais. Além disso, cobradores sob pressão costumam chutar baixo, em zonas mais fáceis de defender, por medo de errar alto e parecerem “incompetentes”.
Conclusão
Cada cobrança de pênalti é única, mas estatísticas e psicologia demonstram que não se trata apenas de chute e defesa; a mente também desempenha um papel crucial no resultado.
Fonte por: Jovem Pan