Senador Carlos Viana Critica Uso do Direito ao Silêncio em Investigação do INSS
O senador Carlos Viana, do Podemos-MG e presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, expressou sua insatisfação nas redes sociais sobre o direito ao silêncio dos depoentes. Em sua postagem, ele argumentou que essa garantia constitucional não deve ser utilizada para obstruir investigações.
Viana mencionou especificamente o caso do depoente Paulo Camisotti, que foi autorizado pelo ministro Flávio Dino a permanecer em silêncio durante a CPMI. O senador ressaltou que, embora o direito ao silêncio seja uma proteção legal, ele não pode ser um meio para frustrar ou atrasar investigações que envolvem questões sérias, como fraudes que afetam aposentados e suas famílias.
Depoimento de Paulo Camisotti e Consequências
O depoimento de Paulo Camisotti está agendado para a próxima segunda-feira, 9 de fevereiro. Camisotti é filho e sócio do empresário Maurício Camisotti, que está preso sob suspeita de envolvimento em fraudes no INSS. Apesar do pedido da defesa para que ele não comparecesse, Viana afirmou que Camisotti deve estar presente, mesmo que isso exija o uso de condução coercitiva.
O senador concluiu sua mensagem afirmando que continuará a conduzir a CPMI do INSS com determinação e respeito à Constituição, defendendo os direitos dos aposentados e suas famílias.
Fonte por: Poder 360
