Seleção campeã do penta em 2002 contou com treze jogadores atuando no Brasil

Ancelotti terá sete “nacionais” em sua equipe, o maior número em 24 anos.

20/05/2026 13:20

2 min

Seleção campeã do penta em 2002 contou com treze jogadores atuando no Brasil
(Imagem de reprodução da internet).

Convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2002

No dia 6 de maio de 2002, o técnico Luiz Felipe Scolari anunciou a convocação da seleção brasileira que buscaria o pentacampeonato. A lista incluiu 23 jogadores, dos quais 12 atuavam em clubes brasileiros.

A convocação foi composta por:

  • Goleiros: Marcos (Palmeiras), Dida (Corinthians) e Rogério Ceni (São Paulo)
  • Zagueiros: Anderson Polga (Grêmio), Roque Júnior (Milan), Lúcio (Bayer Leverkusen) e Edmílson (Lyon)
  • Laterais: Cafu (Roma), Belletti (São Paulo), Roberto Carlos (Real Madrid) e Júnior (Parma)
  • Volantes: Emerson (Roma), Kléberson (Atlético-PR), Gilberto Silva (Atlético-MG) e Vampeta (Corinthians)
  • Meias: Rivaldo (Barcelona), Kaká (São Paulo) e Juninho Paulista (Flamengo)
  • Atacantes: Ronaldo (Internazionale), Ronaldinho Gaúcho (PSG), Edílson (Cruzeiro), Luizão (Grêmio) e Denílson (Bétis)

Alterações na Convocação e a Prevalência de Jogadores Nacionais

O número de jogadores que atuavam no Brasil aumentou para 13 com a convocação de Ricardinho, do Corinthians, em substituição a Emerson, que se machucou antes da estreia contra a Turquia. Desde 2002, a seleção não contava com tantos atletas jogando em clubes nacionais, incluindo Alex Sandro, Danilo, Leo Pereira, Lucas Paquetá, Neymar e Weverton.

A presença de jogadores que atuam em times brasileiros é uma questão importante para a identificação dos torcedores com a seleção. A paixão clubística é fundamental para fortalecer essa conexão.

Histórico da Seleção e a Questão dos Jogadores Estrangeiros

A prevalência de jogadores que atuam no exterior não é uma novidade. Em 1990, na Copa do Mundo da Itália, o técnico Sebastião Lazaroni convocou 12 dos 22 jogadores que jogavam fora do país. Para a Copa de 2026, é essencial que a equipe inclua mais atletas que joguem em clubes nacionais.

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Reflexões sobre o Passado

Nos anos 50, jogadores que se transferiam para clubes estrangeiros eram vistos como mercenários. Um exemplo é Mazzola, que durante a Copa de 1958, enfrentou polêmicas devido a negociações com o Milan. A imprensa questionava seu comprometimento em campo, refletindo a percepção da época sobre jogadores em transição para o futebol europeu.

Considerações Finais

O cenário do futebol brasileiro evoluiu ao longo das décadas, e a relação entre jogadores e clubes nacionais continua a ser um tema relevante nas discussões sobre a seleção. A conexão emocional dos torcedores com os atletas que representam o país é um fator que pode influenciar o desempenho da equipe nas competições internacionais.

Fonte por: Jovem Pan

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