Startup Liqi planeja captar R$ 10 milhões por meio de tokenização
Itaú participa da quarta rodada de investimentos da empresa
Liqi busca R$ 10 milhões em nova rodada de investimentos
A Liqi, uma empresa especializada em infraestrutura blockchain para o mercado de capitais, está se preparando para uma nova rodada de investimentos no valor de R$ 10 milhões. O CEO Daniel Coquieri anunciou que as conversas com potenciais investidores terão início em fevereiro. Esta será a quarta captação da empresa, que recentemente lançou sua própria moeda digital estável, pareada ao real.
Histórico de captações e crescimento da Liqi
Os investidores que participaram das rodadas anteriores já manifestaram interesse em acompanhar a nova captação. O Itaú, um dos sócios da Liqi, liderou o primeiro aporte de R$ 27,5 milhões em 2021 e atualmente é o segundo maior acionista da empresa. Na segunda rodada, a Liqi arrecadou R$ 14,5 milhões, com a Galápagos como investidor líder. A última captação, em 2024, resultou em um investimento de R$ 12 milhões por parte do Pátria.
Em 2025, a Liqi alcançou quase R$ 10 milhões em receita, superando os R$ 3 milhões do ano anterior e dez vezes mais do que em 2023. A meta é atingir R$ 25 milhões em faturamento até 2026. Em termos de ativos tokenizados, a empresa já registrou R$ 300 milhões neste ano, metade do total alcançado em 2025.
Objetivos da nova captação
Coquieri destacou que os recursos a serem levantados serão utilizados para acelerar o crescimento da empresa, com foco em marketing e na área comercial. Além disso, a parte regulatória da empresa será fortalecida.
Inovação e serviços da Liqi
A Liqi se destaca na tokenização de operações de recebíveis, utilizando uma tecnologia desenvolvida na rede blockchain chamada TIDC, que se refere aos fundos de investimentos em direitos creditórios (FIDCs). Atualmente, a infraestrutura de securitização e liquidação de tokens da empresa conta com mais de 75 clientes. A startup também oferece uma ferramenta de negociação de criptoativos para o varejo em parceria com o Itaú, conhecida como “crypto as a service”.
Fonte por: Estadao
Autor(a):
Redação
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