Thiago Ávila retorna a SP nesta segunda-feira após prisão em Israel

Ativista brasileiro é interceptado por forças israelenses em barco no dia 29 de abril. Confira no Poder360.

11/05/2026 05:40

2 min

Thiago Ávila retorna a SP nesta segunda-feira após prisão em Israel
(Imagem de reprodução da internet).

Thiago Ávila retorna ao Brasil após prisão em Israel

O ativista Thiago Ávila chegou ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na tarde de segunda-feira (11 de maio de 2026), após ser preso em Israel. Ele foi detido no dia 29 de abril, quando forças israelenses interceptaram o barco da Global Sumud Flotilla, que se dirigia a Gaza.

Ávila foi deportado para o Cairo, no Egito, no domingo (10 de maio). Outro ativista, o espanhol Saif Abu Keshek, que estava na mesma situação, também foi deportado.

Reação do governo brasileiro

No dia 5 de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exigiu a libertação imediata de Ávila, classificando sua prisão como “injustificável”.

A Global Sumud Flotilla divulgou uma nota informando que, durante a detenção, Ávila e Keshek enfrentaram longos interrogatórios por parte dos serviços de inteligência israelenses, frequentemente submetidos a métodos violentos de coerção e ameaças.

Detalhes da detenção e suas consequências

A flotilha Global Sumud afirmou que Thiago Ávila foi sequestrado em águas internacionais e levado para um navio da marinha israelense. Ele e outros 175 ativistas estavam em uma missão humanitária para romper o bloqueio de Gaza.

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Após dois dias, 173 pessoas foram liberadas, mas Ávila e Keshek permaneceram detidos sob acusações de terrorismo e atividades ilegais. A prisão de ambos foi prorrogada com base em “provas secretas”, que nem eles nem seus advogados puderam contestar.

Conclusão sobre a situação dos prisioneiros

A nota da Global Sumud Flotilla destaca que, embora Thiago esteja livre, mais de 9.000 palestinos, incluindo 400 crianças, continuam presos e enfrentando torturas sob o regime israelense. A situação é vista como uma extensão da violência estatal e da falta de um sistema de justiça legítimo na região.

Fonte por: Poder 360

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