Trump Afirma que Guerra contra o Irã Seria uma “Vitória Fácil”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que tanto ele quanto o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, acreditam que uma possível guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” para os norte-americanos. Em suas redes sociais, Trump contestou reportagens que sugeriam cautela por parte de Caine, afirmando que essas informações eram “100% incorretas”. Ele enfatizou que, embora prefira um acordo diplomático, a decisão final sobre qualquer ação militar cabe a ele.
Alertas sobre Riscos de Conflito
De acordo com o jornal The Washington Post, Caine teria alertado Trump sobre os riscos associados a uma ofensiva contra o Irã. Relatos de membros do governo indicam que, em uma reunião na Casa Branca, Caine mencionou que a escassez de munições estratégicas e a falta de apoio de aliados poderiam aumentar os perigos de uma operação militar, expondo tropas norte-americanas a possíveis retaliações.
Impactos da Guerra na Ucrânia e no Oriente Médio
Caine ressaltou que os arsenais militares dos EUA foram significativamente reduzidos devido ao apoio à Ucrânia na guerra contra a Rússia e à defesa de Israel em conflitos na região. O gabinete do general afirmou que ele apresenta uma variedade de opções militares aos líderes civis, avaliando os impactos e riscos de forma confidencial. A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, destacou que Trump considera diferentes opiniões antes de tomar decisões relacionadas à segurança nacional.
Reação de Trump às Informações da Mídia
Após a divulgação das informações, Trump criticou a “mídia de notícias falsas”, que teria afirmado incorretamente que Caine era contra uma guerra com o Irã. O presidente reiterou que, embora todos no governo prefiram evitar um conflito, acredita que, se uma ação militar for decidida, a vitória seria “fácil”.
Decisões e Estratégias Militares
Trump destacou que Caine possui experiência no Irã, tendo liderado operações que destruíram instalações nucleares iranianas. Ele afirmou que o general representa o Exército mais poderoso do mundo e que, se receber a ordem, “liderará a linha de frente”. O presidente também mencionou que a decisão final sobre qualquer ação militar cabe a ele, reiterando sua preferência por um acordo diplomático, mas alertando que, caso não haja entendimento, será “um dia muito ruim” para o Irã.
A magnitude de uma possível campanha militar dependeria dos objetivos estabelecidos por Trump. Um ataque focado no programa de mísseis iraniano exigiria atingir centenas de alvos, enquanto uma ação visando a derrubada do líder supremo Ali Khamenei poderia ampliar o número de alvos para milhares, resultando em um conflito prolongado.
Autoridades norte-americanas estão considerando a possibilidade de uma ação limitada para pressionar Teerã a aceitar termos mais rigorosos sobre seu programa nuclear, com negociações entre os dois países previstas para serem retomadas em Genebra.
Fonte por: Poder 360
