TSE decide sobre recurso impetrado contra Jorge Seif em 5 de fevereiro
Coligação do PSD, Patriota e União Brasil recorre após TRE-SC absolver senador e rejeitar cassação. Confira no Poder360.
Julgamento do TSE pode afetar mandato de Jorge Seif
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) irá analisar em 5 de fevereiro um recurso que pode levar à cassação do mandato do senador Jorge Seif (PL-SC). A sessão foi agendada para discutir uma ação da coligação Bora Trabalhar, composta por PSD, Patriota e União Brasil, que contesta uma decisão anterior do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) que foi favorável ao senador.
Acusações de abuso de poder econômico
O processo contra Jorge Seif envolve suspeitas de abuso de poder econômico durante sua campanha ao Senado em 2022. A coligação requer a cassação e a inelegibilidade da chapa de Seif. Se o senador for condenado, ele poderá perder o mandato e novas eleições poderão ser convocadas. Caso seja absolvido, a ação será arquivada.
Partes envolvidas na ação
A ação foi movida contra Jorge Seif, seus suplentes Hermes Klann e Adrian Rogers Censi, além do empresário Luciano Hang, proprietário da Havan, e Almir Manoel Atanázio dos Santos, presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista. As acusações indicam que os empresários teriam influenciado a campanha eleitoral de 2022.
Práticas questionadas
As principais práticas que estão sendo questionadas pelos partidos incluem:
- Uso da estrutura e equipe da Havan para a campanha;
- Utilização de um helicóptero cedido por um empresário para deslocamentos em eventos de campanha;
- Financiamento de propaganda eleitoral por um sindicato.
Reações e defesa
Em resposta às acusações, Luciano Hang afirmou que não houve irregularidades. Ele declarou: “Espero que a justiça seja feita e que o senador Jorge Seif continue no cargo, porque nada, nada foi feito de errado.”
O Poder360 também tentou contato com o senador Jorge Seif e o Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista para obter comentários sobre o processo, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem. O texto será atualizado caso haja uma manifestação.
Em abril de 2024, a defesa do senador afirmou que não existem provas contra ele.
Fonte por: Poder 360
Autor(a):
Redação
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